fadistas

Fado desgarrada com Aurora Cabrita e Mário Cabrita

Lamentem no tenir més fotografies d'aquella nit, amb les que disposem va aquest vídeo d'homenatge a tots aquests fadistes que viuen el fado en primera línia, de vegades lluny dels grans escenaris, i que són, veritablement, l'ànima d'aquest plaer dels sentits: El Fado. Els músics Filipe Lucas i la seva peculiar guitarra de catorze cordes, el José Clemente a la viola, que deixarà un digne successor en el seu fill Diogo, i en Tó Moliças a la viola-baixo, van acompanyar el Mário Cabrita, l'Aurora Cabrita, la Teresa, en João Rosa, la Conceição Ribeiro, en Vítor Feiteira, en Fernando Manuel, l'Anita de Sousa, i algun altre nom que lamentem no recordar.

Zéquinha Mateus – É Feia mas gosto dela – Fado

É feia mas gosto dela, cá tenha as minhas razões, é tal e qual a mãe dela, c'um olho à Luiz de Camões. É feia mas não me importa, tem o olhar que convém, Como tem a vista torta, Só vê as notas de cem. É feia mas das modernas, eu gosto dessa catraia, Tem umas varizitas nas pernas mas só usa mini-saia. Se os homens almas daninhas só quisessem mulheres belas, Ai das feias coitadinhas, ninguém se espardalava com elas, Mas o meu coração não receia e cá vou vivendo assim, Eu gosto da minha feia que anda a trabalhar para mim

Fado Lucinda Camareira com Nuno de Aguiar e António Ganhão

Excelente interpretação do Fadista Nuno de Aguiar aqui em dueto com António Ganhão. "Fado Bailarico" - "Lucinda Camareira", Guitarra portuguesa: Luís Ribeiro | Viola de fado: Lelo Nogueira | Viola Baixo: Tó Moliças, Fado Lucinda Camareira, Fado ao vivo com os Artistas Nuno de Aguiar e António Ganhão, Noite de Fado Night em Lisboa

Ana Moura Desfado

Ai que saudade que eu tenho de ter saudade Saudades de ter alguém que aqui está e não existe Sentir-me triste só por me sentir tão bem E alegre sentir-me bem só por eu andar tão triste

Guitarradas ao vivo

Excertos de 3 momentos de 3 grandes músicos da guitarra portuguesa, Com a Marisa em Londres:Luís Guerreiro, António Neto. Fernando Sousa. Espetáculo do Camané no São Luiz, José Manuel Neto com a companhia de Carlos Manuel Proença e Carlos Bica. Espetáculo da Mariza: Ângelo Freire acompanhado com Diogo Clemente e Marinho de Freitas

Carlos do Carmo no Coliseu do Recreios 1994 com Raul Mendes

Grande homenagem a um grande musico português, mestre dum instrumento menos mediático, actualmente, mas com uma arte de ponta. O Fado "Não se morre de saudade" em 1994 foi interpretado ao vivo num concerto memorável, com o fadista Carlos do Carmo consagradissimo e o Raul Mendes o nosso campeão mundial de harmónica bocal. Carlos do Carmo no Coliseu

6 Fadistas ao vivo – Filme Fados

Vicente da Câmara, Maria da Nazaré, Ana Sofia Varela, Carminho, Ricardo Ribeiro, Pedro Moutinho. Video Carregado por "Fado Português" a 20/10/2009, Fadistas - Pedro Moutinho, Ana Sofia Varela, Ricardo Ribeiro, Carminho, D. Vicente da Câmara, Maria da Nazaré. Músicos - Pedro Castro e José Luis Nobre Costa (Guitarra Portuguesa), Jaime Santos Jr. (Guitarra Clássica) e Prof. Joel Pina (Baixo Acústico)

Mariza ao vivo em Londres em 2003

É o primeiro DVD da carreira de Mariza. Gravado no concerto que Mariza deu para o público inglês na Union Chapel, a 22 de Março de 2003, o DVD Mariza Live in London registou o momento de um dos seus concertos em Londres. Na guitarra portuguesa teve, como habitualmente, a companhia de Luís Guerreiro, na guitarra acústica António Neto e no baixo Fernando de Sousa. No trompete, na interpretação de O deserto, contou com a participação especial de Guy Barker, e no piano Tiago Machado. O sucesso não chegou ao dos anteriores álbuns, o que acontece normalmente com os DVDs, mas atingiu a platina e, por consequência, o primeiro lugar dos tops nacionais de DVDs.

Herminia Silva – Vou dar de beber à alegria

Hermínia Silva, de seu nome completo Hermínia Silva Leite Guerreiro, nasceu no Hospital de S. José, em Lisboa, na freguesia do Socorro, no dia 23 de Outubro de 1907. Teve dois irmãos, Emília, a mais velha, e Artur, o mais novo. Quando tinha apenas oito meses, a família mudou-se para o bairro do Castelo. Chegou a ser aprendiza de costureira numa alfaiataria na Rua dos Fanqueiros, em Lisboa, mas cedo começou a interessar-se por uma vida artística. Frequentadora da Sociedade de Recreio Leais Amigos, acaba por se inscrever no grupo como amadora na arte de representar, em 1925, tendo cantado os primeiros fados acompanhada ao piano.

Amália Rodrigues a diva do fado

Foi uma estranha forma de vida porque eu não fiz nada por ela, foi por vontade de Deus, não é? "Que eu vivo nesta ansiedade, que todos os ais são meus que é tudo minha a saudade, foi por vontade de Deus". Já isto fiz com trinta anos! Quer dizer já eu pressentia que tinha sido Deus que me tinha feito o destino, que me tinha marcado o destino, que me deu uma natureza para a qual eu nasci, ... nasci com esta obrigação de cantar fado! Ou foi o fado que fez isto! O fado é destino, portanto deu-me este destino a mim! Quando eu morrer vão inventar muitas histórias sobre mim, se inventaram sobre a severa e não se sabe se ela existiu, e de mim sabem com certeza que eu existi.

Alfredo Marceneiro ao vivo

Como surgiu "Alfredo Marceneiro", O jovem Alfredo fazia questão de andar sempre muito bem vestido, de fato, camisa muito bem engomada com o laço ao pescoço e calçando polainites de polimento. Desse seu aspecto elegante nasceu a alcunha de «Alfredo-Lulu» - Lulu era equivalente ao «Janota» dos dias de hoje. Em meados de 1920, um grupo de fadistas decide organizar no recinto Clube Montanha, uma Festa de Homenagem a dois nomes grandes do fado de então: Alfredo Coreeiro e José Bacalhau.

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