Desgarrada na Parreirinha de Alfama, Fadistas

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2014-05-09

Desgarrada na Parreirinha de Alfama

com os fadistas Bruno Costa, Paulo Valentim, Clara Cristão, Jorge Baptista Da Silva, Joana Veiga e Bruno Saavedra
 

Cantar fado à desgarrada é uma das tradições mais antigas da musica portuguesa, tanto na área do Fado, como do Folclore de várias partes do pais…


Desgarrada na Parreirinha de Alfama




Alfama

A «Parreirinha de Alfama» foi carvoaria e casa de pasto, mas tornou-se ao longo das décadas que se seguiram a 1950 um lugar de referência para os amantes de fado e de boa mesa pela mão de uma lenda do fado castiço – Argentina Santos.

Na casa de Alberto Rodrigues e desde 1963, de Argentina Santos, fizeram-se tertúlias, apreciou-se a boa comida tradicional, cantou-se noite dentro. Por aqui passaram as vozes de Amália Rodrigues, Lucília do Carmo, Alfredo Marceneiro, Berta Cardoso, Tristão da Silva, Celeste Rodrigues, Maria da Fé, Beatriz da Conceição, entre muitos outros. Aqui vieram poetas como Linhares Barbosa ou Francisco Radamanto. Com a «Parreirinha», Alfama tem sempre sabido manter a melhor tradição culinária e fadista de Lisboa.

Alfama é o mais antigo e um dos mais típicos bairros da cidade de Lisboa. Actualmente, abrange uma parte da freguesia de Santa Maria Maior e outra da freguesia de São Vicente. O seu nome deriva do árabe al-hamma, que significa ‘fonte de águas quentes, águas boas’.

As vistas mais espetaculares sobre Alfama têm-se do passeio público formado pelos miradouros das Portas do Sol , da Torre da Igreja de Santa Cruz do Castelo (a Torre mais alta de Lisboa antiga) e de Santa Luzia. Por cima e envolvendo Alfama ficam a colina do Castelo de São Jorge, fortaleza e palácio real até ao século XVI, e a colina de São Vicente. Para além do Castelo, os principais monumentos da zona são a Sé, a Igreja de Santo Estêvão e a Igreja de São Vicente de Fora.

Alfama é um bairro muito peculiar em se assemelhar a uma antiga aldeia não só em aspecto como por ter uma comunidade relativamente pequena e próxima.
O bairro é frequentado diariamente por turistas portugueses e estrangeiros, sendo considerado como o mais pequeno de toda a cidade de Lisboa

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