Cláudia Picado, Viva a Música, Antena 1

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Cláudia Picado

A fadista Cláudia Picado abre a 24ª temporada do “Viva a Música” com a apresentação do seu álbum “Reflexo”.

Fadista Cláudia Picado lança novo álbum depois de uma “espera teimosa” de 15 anos

A fadista Cláudia Picado apresenta, no próximo dia 29, em Lisboa, o seu novo álbum, “Reflexos”, o segundo da carreira, que surge depois de uma “espera teimosa” de quinze anos, como afirmou à agência Lusa. (in DN)

O álbum “Reflexos” sucede a “Ausência”, publicado em 2004, mas “surge no tempo certo, corresponde a tudo” o que Cláudia Picado idealizou, “gravando o que mais gostava de gravar”, disse à Lusa.

“Este é um álbum há muito desejado, que podia ter saído antes, mas que preferi esperar para o gravar com as pessoas certas e com o material com o qual mais me identifico”, afirmou a fadista de 34 anos. “Quem espera sempre alcança e acho que alcancei um trabalho de me orgulho e que reflete quem sou”.

O álbum chega ao mercado no dia 29, data em que será apresentado na FNAC Chiado, em Lisboa, às 18:30, com a participação de Tozé Brito, que participa na interpretação de um dos temas. No dia seguinte, será apresentado na FNAC Almada, às 18:00, em 31 de março, às 17:00, na FNAC Colombo, em Lisboa.

“Reflexos” é “aquele que é o meu disco, aquele com que me identifico, com os ‘reflexos’ de todas as minhas escolhas”, disse a fadista à Lusa, que destacou o facto de “praticamente todas as letras terem sido feitas propositadamente para o disco”.

O CD é constituído por treze canções, em que as excepções são “Fui ao Baile”, de Amadeu do Vales e Fernando Carvalho, uma criação de Maria José da Guia, popularizado por Fernanda Baptista, e “A Saudade é Minha”, de Carlos Conde (1901-1981), que gravou numa música de Túlio Pereira (1917-1977).

Entre os inéditos, Cláudia Picado pediu ao poeta Mário Rainho para lhe escrever uma letra para a melodia tradicional do Fado Triplicado, de José Marques, tendo gravado “Devagar Coração”.

Os autores escolhidos são pessoas que “praticamente, têm acompanhado neste meu percurso”, disse a fadista.

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Cláudia Picado

O seu ‘FADO’ passa por Lisboa mas também por Israel, Japão, Nova York, Filipinas, Espanha, Bélgica, Holanda, Inglaterra, Itália entre outros. O seu percurso internacional faz com que o ‘seu fado’, seja já uma marca. Ainda muito nova, vence duas Grandes Noites do Fado e não mais parou. Convidada para participar em vários festivais de World Music, levando o Fado por vários países, regressa sempre a Portugal, onde o seu fado sente o carinho e a admiração do público. Quando escutamos a voz de Cláudia Picado, é notória a alma fadista, numa enorme versatilidade musical com uma presença carismática, quer no palco, quer no ambiente intimista duma casa de fados. É uma das vozes mais relevantes e promissoras da actual geração do Fado. Ao cantar, oferece a sua verdade, procurando uma comunhão perfeita com o coração de quem a escuta. É esta a sua misteriosa ambição numa procura constante pela magia do Fado.

Detentora de uma voz que se demarca desde tenra idade, vence duas Grandes Noites do Fado em Lisboa e no Porto e embarca numa carreira sem retorno com várias atuações pelo país e pelo mundo.
Em 2004 editou o seu primeiro álbum “Ausência”, iniciando atuações nos mais diversos palcos em Portugal e divulgando a sua arte em Casinos, Festivais e salas de espetáculos. Canta em diversas casas de fado em Lisboa: Adega Machado, Faia, Severa, Fado em Si, Real Fado entre outras.

Em 2008 foi convidada pela MTV a concretizar um vídeo promocional demonstrando a nossa cultura através da música portuguesa, seguindo um convite para representar Portugal no Japão em cerca de 22 espetáculos com salas lotadas. “The Big 5 of Latin songs ” é um concerto que consiste na junção da tradição musical de cinco países, nomeadamente Japão, Itália, Brasil, França e Portugal. Cada país foi representado por uma cantora e por um músico que em concerto unirão os diversos estilos musicais. A música Portuguesa retratada foi o Fado e como tal, a fadista Cláudia Picado foi convidada a representar o nosso país.
Em Agosto de 2009 foi convidada a integrar um Projecto promovido pelo conservatório de música Beit-Almusica em Israel, no qual fez dois espectáculos, em Nazaré e em Haifa.
Em 2010 foi convidada a encerrar o mais antigo festival de música em Espanha, em Segóvia, “FolkSegovia”.Tem divulgado o seu Fado em diversas tournées e apresentações pela Europa (Espanha, Bélgica, Inglaterra, Itália, Holanda), Estados Unidos da América (Newark, Nova Iorque e Washington) e Israel (Nazaré e Haifa).

Em 2011 foi convidada pela Embaixada Portuguesa em Madrid para um espetáculo do encerramento do Congresso Europeu de Estratégias Políticas Europeias. Em Janeiro de 2011 foi convidada pela comunidade portuguesa em Londres para 2 espetáculos.
De 30 de Setembro 2011 a 2 de Outubro 2011 é convidada para 2 espetáculos em Naval Moral, Madrid.

Participou no Festival Caixa Alfama em 2014 em dois palcos, o primeiro com o seu espetáculo a solo no Museu do Fado, o segundo na emblemática Igreja de Santo Estevão integrada no espetáculo: “Até Deus Gosta de Fado”.
A iniciar 2015 foi convidada para um espetáculo a solo em Roma – Vaticano na Igreja de Santo António dos Portugueses, no qual contou com uma plateia esgotada. Em Março do mesmo ano foi convidada pelo governo português a acompanhar uma comitiva de governo representando a cultura do nosso pais em diversos espetáculos de Fado durante 10 dias na China.
Seguiram-se alguns espetáculos novamente pela Europa terminando 2016 com 3 espetáculos nos Estados Unidos da América em Dezembro. Em Newark, Nova Iorque e Washington novamente.
Iniciou o ano de 2017 recebendo a Medalha de Mérito Cultural Duquesa do Cadaval, atribuída pela Câmara Municipal do Cadaval, reconhecimento público pela sua carreira e prestígio, elevando o nome da Vila a nível nacional e internacional, e que muito honra a fadista, sendo um marco muito importante como artista.

Em Agosto de 2018 aceitou o convite de Amer Nakhleh, diretor/manager da Beitalmusica e SamerJaradatProductions para gravar um disco em Israel, onde o intercâmbio musical e cultural será predominante. “Portuguese Fado & Arab Music” é o nome deste projeto de fusão musical entre os dois países. Será editado em Israel e distribuído em diversos outros países.
De 3 a 11 Novembro foi convidada para ir às Filipinas onde pela primeira vez Portugal é representado no International Rondalla Festival, que decorre na cidade de Silay. Neste festival de músicas do mundo são cerca de 30 os países representados: França, Irão, Índia, Israel, Japão, Rússia, Uganda, China, Angola, Espanha, Portugal, Austrália, Vietname, Coreia do Sul, Tailândia entre muitos. Será celebrada a riqueza da diversidade mundial de todas as expressões musicais.
Tudo isto para chegarmos ao momento em que a fadista decide reunir todos aqueles com quem mais se identifica – produtores, letristas e compositores – para percorrer um novo caminho, maduro e assertivo de toda a felicidade que este álbum lhe traz, transmitindo o melhor de si com as suas escolhas.

Em 2019 é editado “Reflexo” pela editora Sony Music.
“Amo para sempre a quem amei” é o mote que torna este “Reflexo” uma realidade. Um disco maioritariamente composto por letras originais, interpretadas tanto em fados tradicionais como em novas composições. O seu novo single “Fragilidade” de Jorge Fernando e Guilherme Banza, é um dos temas que Cláudia Picado assume ser o “Reflexo” de algo para sempre.

Felicidade, amor, alegria, tristeza, raiva, melancolia e desalento são alguns dos sentimentos que podemos encontrar nas palavras e composições escritas por Jorge Fernando, Mário Rainho, Tiago Torres da Silva, António Rocha, Tozé Brito, Fernando Silva, António Laranjeira, Rui Rocha, Rogério Ferreira, Guilherme Banza, entre outros.

Na belíssima imagem escolhida para a capa, deparamo- nos com tudo isso: um Reflexo que é o seu, das suas escolhas e também de todos os sentimentos e emoções que a fadista transmite, despindo um pouco de si em cada tema.
“Fragilidade”, “Menino”, de Rui Rocha e Fernando Silva, ou “Trazes mais amor à minha vida”, de António Laranjeira e Rogério Ferreira, são temas que, mais do que para ouvir, serão com certeza para sentir. “Quando me chamas Mulher”, “Não penses”, “Fui ao Baile” e “A saudade é minha” são temas que transmitem uma alegria contagiante, revelando uma procura constante de um amor impossível mas verdadeiro.
A procura intensiva do seu canto em fados tradicionais entre outros exemplos, leva-a ao encontro de um dos mestres do Fado, António Rocha, com quem sente uma amizade profunda, o qual de imediato aceitou escrever para a fadista. “Remar Contra a maré” e “Amor, tem Calma” foram os escolhidos. Coloca também um desafio peculiar a Mário Rainho, a escrita de um dos poemas mais atrevidos pela sua composição no Fado, dando sentido ao Reflexo que a fadista pretende transmitir, no Fado Triplicado, cuja correta forma de o escrever e de o cantar terá de ser com 3 rimas seguidas, dando significado ao nome que o designa.

Como mentor e produtor executivo, Tozé Brito. Acompanhou Cláudia Picado em todo o percurso deste disco, oferecendo-lhe uma das suas composições originais e ainda a sua voz, em dueto, no mesmo tema. “ O Café dos teus olhos”. Cláudia Picado alcança, mais uma vez, o seu mote inicial, provando que a sua procura intensiva de emoções fica registada com este “Reflexo” de amor.
Toda a direção e produção musical é de Guilherme Banza, assim como o papel principal na guitarra portuguesa. A Fadista considera esta decisão fundamental e entrega este papel ao músico que compreende a sua essência enquanto fadista. A cumplicidade musical mútua neste álbum é evidente. Na viola de Fado é acompanhada por Rogério Ferreira, na viola-baixo, Francisco Gaspar e no acordeão Carlos Lopes.

O álbum é composto por uma enorme diversidade de registos, indo ao encontro da versatilidade musical que caracteriza o Fado assim como a riqueza cultural e poética da Língua Portuguesa a que Cláudia, através da sua voz, empresta a sua alma, dando sentido as palavras.

Prémios
Vencedora da Grande Noite do Fado, em 1996, no Coliseu de Lisboa
Vencedora da Grande Noite do Fado, em 1998, no Coliseu do Porto
Condecoração da Medalha de Mérito Cultural Duquesa do Cadaval, em 2017, atribuída à Fadista pela sua carreira e Prestígio

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Claudia Picado ” Hoje Não Somos Nada ”
2017

Cláudia Picado- Fragilidade
2019

CLÁUDIA PICADO – FRAGILIDADE
Letra: Jorge Fernando
Música: Guilherme Banza

“Fragilidade” é o novo single de Cláudia Picado. Este é um dos temas mais iluminados de
“Reflexo”, novo disco da fadista assinado pela editora Sony Music.
Após a morte do seu pai, com apenas 14 anos, Cláudia confrontou-se com algumas
“fragilidades” ao longo do tempo e encontrou na música a fuga perfeita para as ultrapassar.
É clara e transparente a sensibilidade que encontra neste tema, a fadista apaixonou-se pela música que lhe chega pelos dedos do seu produtor musical Guilherme Banza. Inspiradora e profunda, brilha por si só, encontrando nesta o seu reflexo, de uma força maior, vibrante, de algo para sempre.
Seguiu-se a tarefa de encontrar o poema perfeito. Isso aconteceu num final de dia, numa tarde chuvosa, Cláudia reuniu várias letras originais de alguns dos poetas que escreveram para si, e, com a música no coração, começa a cantar o primeiro verso de um poema de Jorge Fernando.
Nesse preciso momento algo mágico aconteceu, um arrepio na pele e a certeza da junção
perfeita entre o poema e a música que o acompanha.
Encontra assim o reflexo de uma “Fragilidade”, transparecendo o melhor de si mesma enquanto artista.

VÍDEOProdução: GOYA
Realização: Laura Fontoura
Câmara: Carlos Magalhães, Laura Fontoura
Edição: Carlos Magalhães, Laura Fontoura
Correção de cor e Coloração: Carlos Magalhães
Modelo: Rita Costa – Elite Lisbon
Makeup: Raquel Batalha
Making of: Laura Fontoura

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Musica Portuguesa

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