improviso

Desgarrada 2017 em Lausanne com Hélder Baptista e Claudia Pereira

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Raízes do Minho Desgarrada ao vivo em Mata, Castelo Branco 2016

O seu primeiro álbum - “Sons da Tradição” - surge com a intenção da divulgação da música tradicional e popular portuguesa, perpetuando também alguns dos temas e momentos vivenciados ao longo do último ano da actividade artística do Grupo “Raízes do Minho”. (agora Farra Minhota)

Augusto Canário no São João de Sobrado

Augusto Canário e as “cantadeiras e bailarinas” Marta Azevedo e Vanessa Teixeira com uma equipa de músicos de qualidade e um publico fabuloso, “dá 3 gaitadas de uma só vez” aqui aquela canção que diz: “Ai que coisa fofinha, Ai toda a gente gosta do gato da vizinha”…seguido “levanta o pé meu amor” (este video só inclui excertos de 2 canções) O filme não está excelente mas mostra o Rei das Concertinas e desgarradas com uma energia de jovem que muito o caracteriza – Canário e Amigos

Feiras Novas 2014 – Pi da Areosa e Tiago Maroto

O improviso é que aqui nos interessa neste artigo. Desgarrada de rua com Pi da Areosa e Tiago Maroto nas Feiras Novas 2014. Concertinas que cantam e passam de mão, musicas de desvarias e realidades do coração. "Picanços e despiques" que estão no sangue dos melhores cantadores ao desafio. Uma descrição sensata para mais algum confronto de ideias e de puro improviso com dois jovens com jeito para as desgarradas, Cantares ao desafio que estão no coração desta gente minhota, alegre e divertida.

António Zambujo – Foi Deus ao vivo em Coimbra

Não sei, não sabe ninguém Por que canto o fado Neste tom magoado De dor e de pranto E neste tormento Todo o sofrimento Eu sinto que a alma Cá dentro se acalma Nos versos que canto Foi deus Que deu luz aos olhos Perfumou as rosas Deu oiro ao sol E prata ao luar Foi deus Que me pôs no peito Um rosário de penas Que vou desfiando E choro a cantar E pôs as estrelas no céu E fez o espaço sem fim Deu o luto as andorinhas Ai, e deu-me esta voz a mim Se canto Não sei o que canto Misto de ventura Saudade, ternura E talvez amor Mas sei que cantando Sinto o mesmo quando Se tem um desgosto E o pranto no rosto Nos deixa melhor Foi deus Que deu voz ao vento Luz ao firmamento E deu o azul às ondas do mar foi deus Que me pôs no peito Um rosário de penas Que vou desfiando E choro a cantar Fez poeta o rouxinol Pôs no campo o alecrim Deu as flores à primavera Ai!, e deu-me esta voz a mim

Fado desgarrada com Luísa Soares e Nuno de Aguiar, “Loiça portuguesa”

Luísa Soares: "Sinto-me mulher claro, meus dotes tu querias ter, não sou como tu de barro, pobre galo de Barcelos"; Nuno de Aguiar: "Em Barcelos foi a crista, feita muito encarnadinha, o resto foi feito à vista, lá para as Caldas da Rainha", Luísa Soares: "Se nas Caldas da Rainha, há lá disso que tu falas, eu como já tenho a minha, é bem melhor tu guardá-las", Nuno de Aguiar: "Será melhor eu guardá-las, minha amiga minha irmã, vale mais uma na mão, do que duas no sotian", Luísa Soares: "Se já só como uma na mão, já dá para te agradar, vejam bem, que fanfarrão até dá pra acreditar"

Marinho da Barca e Delfim Desafio Ponte da Barca 2011

Marinho da Barca e Delfim. Grande homenagem deste nosso Portugal às duas vozes que animaram muito a sério, promovendo o nosso Minho durante muitos e bons anos. "Vocês deve-se lembrar, que na verdade, os primeiros cantadores que apareceram no norte de Portugal, foi o Marinho de garganta e o Delfim de ciência. E então corremos o mundo inteiro. E a Câmara de Ponte da Barca entendeu que devia fazer esta homenagem

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