Os Quatro e meia – O Tempo Vai Esperar (Ao Vivo)

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Os Quatro e Meia
O Tempo Vai Esperar – Ao Vivo

O tempo vai esperar, deter-se por aí
Para eu poder ficar, assim a olhar pr’a ti
O tempo sabe bem, até o tempo entendeu
Que não se apressa alguém, que te olhe como eu

És água no deserto, o meu palpite certo
És luz do sol
Sua explosão de graça, golo ganho na raça
Meu farol

Combinei com o tempo para esperar
Para ter mais tempo para te olhar
Quando o tempo escapa, olho-te à socapa
Mais te quero aqui

Combinei com o tempo para esperar
Para ter mais tempo para te olhar
Se mais tempo tenho, mais eu me entretenho
A olhar para ti

O tempo vai esperar, tal como eu lhe pedi
Não pode recusar, bastou-lhe olhar pr’a ti
O tempo sabe bem, até o tempo entendeu
Vai querer ficar também, a olhar-te como eu

És água no deserto, o meu palpite certo
És luz do sol
Sua explosão de graça, golo ganho na raça
Meu farol

Combinei com o tempo para esperar
Para ter mais tempo para te olhar
Quando o tempo escapa, olho-te à socapa
Mais te quero aqui

Combinei com o tempo para esperar
Para ter mais tempo para te olhar
Se mais tempo tenho, mais eu me entretenho
A olhar para ti, a olhar para ti, a olhar para ti

És água no deserto, o meu palpite certo
Sua explosão de graça, golo ganho na raça
Meu farol

Combinei com o tempo para esperar
Para ter mais tempo para te olhar
Quando o tempo escapa, olho-te à socapa
Mais te quero aqui

Combinei com o tempo para esperar
Para ter mais tempo para te olhar
Se mais tempo tenho, mais eu me entretenho
A olhar para ti

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Camera operators: Bruno Medeiros, Flávio Ferreira, João Pais da Silva, Nuno Pereira, Sérgio Pereira, Tiago Fernandes
Video director, editor: Pedro Bessa
Audio Director: João Tavares Cebolas
Recording supervisor: Tony Lourenço
Audio editing, mixing, mastering: João Tavares Cebolas, Tony Lourenço @Loudstudio
Live Recording: Laststep (Filipe Trigo, Francisco Grilo, Renato Grilo)
FOH engineer: João Tavares Cebolas
Monitor engineer: Márcio Silva
Roadies: Rudolfo Dias, Gonçalo Parreirão, Filipe Ferreira
Makeup: Tânia João Makeup Pro
Audio solutions: Zonapro, Lda.
Lighting designer: Marco Dias 512Livedesign
Lighting operator: Paulo Tavares
Roadmanager: Tânia Lindo
Agency: Primeira Linha
Producer: Mário Ferreira

Bass: Rui Marques;
Guitars: Ricardo Liz Almeida, Tiago Nogueira;
Metallophone: Mário Ferreira;
Percussion: Pedro Figueiredo;
Violin: João Cristóvão Rodrigues;
Vocals: Ricardo Liz Almeida, Tiago Nogueira, Mário Ferreira

Fernando Correia Marques

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FERNANDO António CORREIA MARQUES de Matos (Coimbra, 18 de Outubro de 1954) é um cantor português. O seu pai era o Prof. Marques de Matos (conhecido pelo “Homem das Leis do Futebol”).
Um dos seus três filhos, Axel, também é cantor.

Com 3 anos a família foi viver para Lourenço Marques onde estiveram até regressar ao continente em 1970. Nesse ano começa a colaboração musical com Tó Maria Vinhas. Em 1971 torna-se vocalista do conjunto White Star. Funda em 1972 o Trio Zumbaiar, com Tó Gonçalves e Maria Matos.

Foi guarda-redes no Boa Hora Futebol Clube, Atlético e Sporting Clube de Portugal.
Entra para os quadros da Federação Portuguesa de Futebol em Julho de 1973.

Em 1974/75 foi um dos membros fundadores da cooperativa Pró–Fapir (Frente de Artistas Populares e Intelectuais Revolucionários). Com o Grupo de Dinamização Popular (GDP), formado em conjunto com Tó Gonçalves e Cândida), em muitos participa em muitos pectáculos de intervenção com outros nomes como José Afonso, José Mário Branco, Pedro Barroso, José Jorge Letria, Carlos Paredes, Vitorino Salomé, Fausto Bordalo Dias, Samuel, João Mota (Teatro Comuna), Tó Maria Vinhas, e muitos outros.

Em 1978/79 inicia uma carreira profissional musical a solo. Em 1980 foi lançado o single “Melodia Chá-lá-lá”. O segundo single foi o single “Hey Mano” a que se seguiu o single “Louco Amor Louco / Ninguém é Louco”. Obtém grande sucesso com o single “Carlitos, Carlitos” de 1983.

Com Luis Arriaga escreve a letra e música da canção “Viva Portugal, Viva!” a propósito do campeonato europeu de futebol.

Em 1987 muda-se para a editora Discossete onde esteve até ao início de 1995, ano em que assina com a Editora Espacial. Voltam os grandes successos com “O Burrito.

Em finais de 1995 forma a NUCAFE, produtora de som e imagem, com Nuno Delgado (produção de telediscos) e Carlos Vidigal Jr. (fotografia).

Em 1 de Abril de 1998 abandona os quadros da FPF.

O CD “Não Me Leves A Mal” foi gravado nos estúdios JC, com os músicos que o acompanham nos espectáculos, a produção foi de Jorge do Carmo e a edição da Espacial. O disco inclui temas mais mexidos como “Mini, Mini”, “Fura Furão” e “Zibidum” e outros mais românticos como “Acordar meu coração” e “E novo, um sorriso”.

“A Bicharada” é Um cd constituído por 11 faixas com 3 temas inéditos: “O Cão, O Borracho E…Eu”, “Lágrimas de Crocodilo”, “Cabra Salomé” e ainda outras surpresas multimédia que estão bem escondidas neste álbum. Trata-se de uma recolha de sucessos como “Burrito”, “Patinho Feio”, “Gato Chico”, ou “Carocha do Amor”.

Em 2005 lança o disco “Casar em Portugal” constituído por 10 canções.

Para comemorar os 30 Anos de carreira lança um cd duplo que inclui os temas que marcaram a carreira do cantor mais quatro inéditos.

O CD “Gostas pouco, gostas” inclui outros sucessos como “Quando bailas pra mim”, “Camionista, eu sou” e “Se não choras não mamas”. “Estranha era a noite” é uma adaptação do conhecido tema de Frank Sinatra.

Em 2013 lança o CD “Fazer O Tcha Tcha Tcha”. ( In )

O autor do Burrito, da Carocha do Amor e da Pulga entre muitos sucessos da Musica portuguesa dos últimos 35 anos animaram uma plateia com alegria, ritmos e melodias com a marca do Fernando Correia Marques ao vivo.

3ª Noites de Verão 2017 – 09 de Agosto – Fernando Correia Marques

FCM WORLD TOUR 2018 PROMO

Fernando Correia Marques “Medley”

FCM35

Espectáculo Tel. 961479169 – FERNANDO CORREIA MARQUES

Artista Suzy

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Artista Suzy

Desde que me lembro de ser quem sou, o meu grande sonho era chegar em frente a uma multidão de gente, pegar num microfone e cantar. A partir dos 7 anos, tudo quanto era musica eu cantava, ficava super contente porque todos os professores me diziam que gostavam da minha voz, dos 7 aos 13 anos aproximadamente cantava as musicas que ensaiava-mos na escola e todos os grandes êxitos da altura, eu cantava-as todas de cor. Nessa altura a minha brincadeira preferida era simplesmente entrar no meu quarto, ligava a aparelhagem com o volume máximo, e ia para a varanda e cantava, cantava, cantava, quando passava alguém na rua eu baixava-me e dizia, obrigado, obrigado. A minha mãe discutia bastante comigo e obrigava-me a entrar para dentro de casa e baixar a musica para não cantar mais. Mas realmente era pior ela impedir-me porque eu colocava os phones nos ouvidos, punha a cabeça na rua e cantava o mais alto que podia. A todas as festas que eu ia, eu tomava a iniciativa, subia para cima do palco e dizia “eu quero cantar uma música”, e conseguia sempre.
Participei no “chuva das estrelas” das escolas de Castelo Branco, e a primeira vez consegui o 2º lugar, na 2º edição o 1º lugar.
Mais tarde aos 15 anos consegui gravar uma maqueta com vários temas de grandes Artistas Portugueses, dei uma entrevista numa rádio local, também fui vocalista e bailarina de um grupo amador.
Com 17 anos tive o prazer de conhecer um dos mais importantes produtores e compositor do pais, conhecido em toda a parte, o José Félix. Graças ao apoio, compreensão e paciência dele, gravei o meu primeiro trabalho “Coisita Linda”, foi uma grande emoção e ouve também um grande nervosismo da minha parte, pois quando dei por mim, estava num estúdio de gravação a sério, e naquele preciso momento estava a dar os primeiros passos para realizar o sonho que sempre tive.
Aos 19 anos, gravei o meu 2º trabalho que se intitula “Açúcar Amargo”, tem uma mistura de ritmos que para mim são lindas, e é com muito orgulho que canto cada tema como se fosse a primeira vez, tenho também a agradecer ao José Félix, ao Elton e à Diana, pelas excelentes canções que fizeram para mim. (…)
Considero-me uma pessoa divertida, bem disposta e sempre pronta para animar quem me rodeia.
Os meus hobbys são: ouvir musica, cantar, ler, dançar, contar anedotas e conduzir.
Resta-me agradecer a todos os que me apoiam, aos meus pais que tem sidos fantásticos, aos meus amigos e a Playmusik. E que venham mais CDs mais musicas para eu animar toda a gente até que a voz me doa.

(in: Site oficial da artista Suzy)

Xico com bailarinas

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O espectáculo XICO com bailarinas é animado, dinâmico e cheio de momentos especiais, alguns deles surpreendentes… Para alem das suas canções originais, algumas delas já com da dupla Xico & Zé… O Xica canta tembem grandes sucessos da musica portuguesa… Musicas que convidam as pessoas do público a participar (sem esforço) no espectaculo que pretende animá-los.

Xico com bailarinas

Este espectáculo tem uma excelente relação qualidade preço e pode ser apresentado com ou sem banda

Xico com bailarinas, Xico cantor, Artistas, Artista Xico, espetaculo, baile, bailarico, conjuntos, bailes, grupos musicais Xico com bailarinas, Xico cantor, Artistas, Artista Xico, espetaculo, baile, bailarico, conjuntos, bailes, grupos musicaisXico com bailarinas, Xico cantor, Artistas, Artista Xico, espetaculo, baile, bailarico, conjuntos, bailes, grupos musicais

Facebook Oficial do XICO

Contacto : (+351) 96 147 91 69

Xico à Portuguesa é um espectáculo do Xico e Companhia. Com bailarinas com ou sem músicos. Boa disposição e boa musica portuguesa. Dinâmica, interacção e ritmo. Cantor, Animador, Musica popular, Musicas tradicionais, Fado Humorístico, fado alegre, musica portuguesa, Fado, alegria, boa disposição, Animação Social, Musica portuguesa. Alegre, compositor, cantor. Canta c/ ou s/ musicos, Musica popular. Animador de fado alegre e canções populares. Viva o nosso Portugal, Xico à Portuguesa é um espectáculo do Xico e Companhia. Com bailarinas com ou sem músicos. Boa disposição e boa musica portuguesa. Dinâmica, interacção e ritmo…

Artista Clemente

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Clemente

Cantor Clemente

Na carreira dos artistas da chamada música ligeira portuguesa a história escreve-se das maneiras mais diversas. No entanto quer queiramos ou não, o êxito mede-se sempre da mesma maneira – o apoio e o reconhecimento do público. Nesse capitulo CLEMENTE é um exemplo.

CLEMENTE nasceu a 25 de Maio, com o rio Sado aos pés, tendo por horizonte a Serra da Arrábida e o Oceano Atlântico. Aos quinze anos desponta para a carreira musical, em meados dos anos 70, primeiro como vocalista de grupos de baile e logo de seguida encetando uma carreira a solo. Época em que se por um lado havia grande apetência para a música de cariz mais popular, por outro a concorrência era grande e a competitividade “feroz”. Nestes casos só os melhores sobrevivem. É este o caso de CLEMENTE.
A carreira obedeceu a uma estratégia bem definida, em que numa primeira fase, CLEMENTE, cimentou o nome e a imagem no território nacional, através de inúmeras atuações e presenças constante em Programas de Televisão e a presença sempre simpática com a Rádio e a Imprensa. Numa fase posterior soube aproveitar de uma forma muito positiva, as possibilidades que lhe foram possibilitadas através de participações em importantes Festivais Internacionais fora de Portugal como embaixador da música portuguesa. Destes podemos destacar Slanchev Briag/Bulgária/84, Tóquio/Japão/84, Porto Rico/84, Malta/85, Festival do Mediterrâneo/Turquia 89/ Tel Aviv/Israel 90 onde foi galardoado com vários prémios e distinções.
As canções do seu repertório, essas estão ainda na memória e nos ouvidos de todos: “Vais Partir” “Canção dos teus cabelos” “Marinheiro” “Amore Mio” “Bolero” “Colmeia do Amor” e muitas, muitas outras.
Tendo conquistado vários Discos de Prata, Ouro e Platina durante a sua já longa carreira, recheada de inúmeros sucessos, CLEMENTE é certamente dos nomes mais respeitados e aplaudidos do panorama musical português, o que o obriga a inúmeras atuações em território nacional constantemente e a viajar frequentemente pelo mundo para cantar para os nossos compatriotas essencialmente, mas não só.

www.clementept.com

This is a story of a successful 35-year-old career, only made possible by a couple of reasons, being the most important one, public recognition and acclaimed support.

CLEMENTE possesses a very unique way of being on stage. He is the kind of talented man who first started his career in the mid 70’s as a pop singer. Overcame all difficulties within the music industry, such as competition, musical trends and has always remained faithful to himself and style as far as choosing his own repertoire in a well balanced fashion.

Success and recognition has taken CLEMENTE all over the world, where he plays the role of a Portuguese music ambassador. He has performed in various international song festivals and toured in Canada, USA, Australia, South Africa, Brazil, Europe and of course, Portugal. The Portuguese media have always welcomed his presence as a sign of obvious contempt and recognition.

From the many awards he has been granted, we remark the following:
Art Performing Award in Bulgarian Golden Orpheus International Song Festival | Art Performing Award World Popular Song Festival in Tokyo | Art Performing Award in Puerto Rico International Festival | “Cyprus Tropheo” International Song Festival of Malta | Art Performing Award in Mediterranean Song Festival in Antalya Turkey | Miss Portugal/America in Tahj Mahal, Atlantic City | Art Performing Award International Song Festival Telaviv/Israel | Tropheo CARREIRA PRESTIGIO Miss Portugal/America 1998

CLEMENTE has sold many records given him Silver, Gold and Platinum Trophies.

Famous in his own country, needless to say that CLEMENTE is the eternal voice that does not require credentials

www.clementept.com

Clemente canta ao vivo no Programa “Você na TV” na TVI

Clemente canta ao vivo Dia de Festa no Programa Não há Bela sem Joao com João Paulo Rodrigues

Clemente ao vivo


Nossa Senhora 2014 – Espetáculo ao vivo – Cantores Portugueses de referencia


(Agora é que eu me) Maneio ao vivo 2014 – Cantor Clemente Espetáculo ao vivo


“Ferreiro” ao vivo


“Sou uma abelha” ao vivo – Artistas de Referencia da Musica portuguesa

“Jesus” ao vivo 2012 – Espetáculos – Artistas Musica Portuguesa


“É mentira, Mentira” – O cantor canta ao vivo, é verdade!

Vais Partir naquela estrada ao vivo – Artista Clemente

Artista Clemente

Site Oficial artista Clemente www.clementept.com
– Tel: Booking/Agenda 960069600 (Fernando)

 

+ VideosYoutube do artista Clemente

Banda Nova Onda

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Nova Onda ao vivo

O baile

A Banda Nova Onda da região de Lisboa, está há vários anos “na estrada” com bailes bem animados com os grandes sucessos de baile do momento. Musicas que estão na moda não esquecendo as outras que nunca passam de moda.

Esta banda de baile toca muita musica alegre e bem disposta, das várias áreas da moda. Desde a musica portuguesa, pimba, popular, kuduro, kizomba, brasileira, pop, até à área do rock, etc.

As festas podem beneficiar dum sólido know how dos músicos e toda a equipa, de uma energia contagiante e de ritmos e balanços contagiantes até para quem não gosta de dançar.

Tecnicamente a nossa banda faz-se acompanhar das pessoas e material indicado de som e iluminação de espetáculos de bom nível, garantindo uma festa bem agradável em qualquer zona deste nosso Portugal

(FG)

Banda Nova Onda 2017

Banda Nova Onda 2016

Banda Nova Onda, Banda de bailes, Grupos Musicais, Conjuntos, Bandas de baile, Nova Onda, Banda Nova Onda ao vivo

Banda Nova Onda 2017

Somos oriundos do concelho de Sobral de Monte Agraço, distrito de Lisboa.​
Tocamos de tudo, música atual de baile (música popular portuguesa, kizomba, latinas, etc.)​
Temos um espetáculo cheio de ritmo, cor e energia.
A Banda Nova Onda pode tocar em recinto fechado ou ao ar livre, pois dispomos de um sistema de som e luz que permite adaptarmo-nos a qualquer espaço.​
Temos um P1 da Norton com 15.000 watts de som, 30.000 watts de luz, robótica, máquina de fumos, leds, etc.
Andamos “por cá” desde 1999, sabemos bem como animar a “malta”…
Obrigado pelo vosso interesse.​
Banda Nova Onda “Uma banda para a sua festa”

in www.bandanovaonda.com

Bailando 2014…Banda Nova Onda – Baile do 14 º Aniversario

Medley…Banda Nova Onda – Bailes – Grupos musicais Bailes 2014

Largadinho… Grupo Musical Nova Onda – Bailes – Grupos musicais Bailes 2014

Banda Nova Onda

Contacto directo: Telefone: 933695711 – Carla F.
www.bandanovaonda.com
Videos Youtube

Prata Latina, Musica de Baile

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Prata Latina

Musica de baile

É uma banda de baile da região do Porto.

Prata Latina é o nome desta banda de baile que anima arraiais por todo o país e estrangeiro quando é possível, com boa musica para dançar. Apresenta uma boa seleção de  musica de baile, das mais modernas às mais tradicionais, musicas da moda que se dançam nos nossos bailes, musica popular adaptado aos vários gostos musicais. A Prata Latina tem uma formação constituída por 9 elementos em palco entre músicos, vocalistas e bailarinas.Tem um um reportório recheado de sucessos da música portuguesa de baile e temas originais bem contagiantes. Nos  vídeos ao vivo aprecie as capacidades interpretativas dos músicos e de todo o grupo musical.(texto adaptado)

Vídeos de Maio de 2015

Banda de baile


Se a casa cair

Grupo de Baile

Conjunto de baile PRATA LATINA na apresentação da Tour 2015 em Arreigada – Paços de Ferreira.

 

Malhão do beijo do Zé Amaro inspirou-nos para adaptarmos ao nosso baile esta canção bem alegre e brincalhona.
Os ritmos que fazem mexer Portugal e as nossas tradições são por nós tratadas com todo o respeito.
Algumas de inspiração folclórica, como é o caso do Malhão!
As canções de sempre do nosso povo nunca morrem.
Aproveite para bater com o pé no chão ao som desta bela canção.(in www.pratalatina.com)

Banda Prata Latina

banda de baile

A Banda Prata Latina está sempre pronta para animar a sua festa, com alegria e entrega total. A boa musica de baile está sempre presente nas nossas atuações, em arraiais e Romarias por todo o país, e além fronteiras, onde levamos sempre a nossa alegria e a nossa experiência. A nossa formação é constituída por 9 elementos de palco entre músicos, vocalistas e bailarinas. Trabalhamos constantemente para ter um um reportório recheado de sucessos da música portuguesa de baile e temas originais bem contagiantes.
Nos nossos vídeos ao vivo aprecie as capacidades interpretativas do nosso grupo musical.
Obrigado por apostar em nós. (in www.pratalatina.com )

Membros da banda: Voz: Ruizinho – Voz: Nyamar- Coros: Joana- Bateria: José- Baixo: Bruno- Guitarra: Carlos- Teclas: Tó – Bailarinas: Claudia e Ana- Técnico de Som: Zé Técnicos de Palco: Paulo e Nelson- Técnico de Luz: Giesta, …

Banda Celtas – Bailes

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Grupo Musical Celtas

A Banda Celtas é composta por músicos jovens e experientes, enérgicos e muito animados. “Os Celtas” animam festas, arraiais, romarias, casamentos, etc., com a mais variada musica de dança, para os mais variados públicos adaptando-se facilmente a qualquer região. O grupo é originário da zona centro de Portugal sendo a sua formação residente entre os distritos de Leiria e Coimbra.
A Banda Celtas é um grupo musical de baile, onde a musica variada de baile tem lugar de destaque, num um reportório divertido e abrangente repleto de sucessos; Musica Portuguesa, Brasileira, Kizomba, kuduro, funana, latin, Dance, Pop, Rock, etc.
(in Historial da Banda Celtas)

Banda celtas, grupos musicais de baile, grupos de baile, musica ao vivo, bandas, Grupo Celtas, Grupos de baile, Conjuntos

Videos verão 2015

Videos Santo António 2014

Arraial de Santo Antonio

O Arraial de Santo Antonio 2014 foi uma noite memorável, divertidissima, cansadissima, …mas única.
Só de pensar no ambiente que vivemos em plena baixa de Lisboa, até se nos alegra o espirito… O espirito duma noite de Santo António em Alfama.
Com cheirinho a sardinha assada e ao belo manjerico a festa faz de um lado para o outro, de um arraial para o outro à procura do ambiente mais animado.
Haja alegria e alguma cerveja para acompanhar e a noite amadurece.
De cima do palco a vista é deslumbrante, quase não deixa concentrar a 100% na interpretação das melodias que preparamos. O publico passa à nossa frente e com isso absorvem uma dose da nossa alegria.
É sem duvida, um público exigente, mas como procura a diversão, facilita o ambiente dando ao arraial aquele brilho que tivemos oportunidade de ver.
Obrigado a todos por nos ajudarem a viver uma noite tão especial.
Obrigado pelos sorrisos, obrigado pela simpatia e boa disposição.
Também por mérito próprio passamos a ser uns privilegiados.

Para a festa e para o bailarico venha de lá o manjerico.(in)


Vem viver a vida amor no Santo Antonio em Lisboa

Banda Celtas – Santo Antonio Lisboa – Cheira a Lisboa 2014 – Alfama

“Tira o pé do chão” – Banda Celtas – Musica, Baile de verão

Fadinho – Banda Celtas – Musica de Baile – Bandas, Grupos musicais, bailes


Samba com funana – Baile da Banda Celtas


Poe a mão na cabecinha – Baile da Banda Celtas


Musica de Cabo Verde de Tito Paris “Dança mami criola”


Gatinha Assanhada


Senhor de Matosinhos – Baile da Banda Celtas


Batucada com convidada especial e excepcional


Para ti Maria – Xutos Pontapes em fim de baile


Anda comigo ver os Aviões – Improviso em fim de baile

Banda Celtas

Tags

Grupos de baile. Conjuntos, zona centro, norte, música portuguesa. Contactos de Conjuntos. Contactos de Grupos Musicais. Arraiais, Conjuntos, Festas Populares, grupos pequenos, grupos musicais, grupos de musica, musica de baile, Celtas, bandas, bandas de baile, Portugal, festas, arraial, bailes, casamentos, grupos musicais, conjuntos, musica, musique, music, contactos, contacto, bandas de baile, conjuntos de baile, grupos de baile, musica para festas

Mendes Musica – Grupo Musical

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Eles são

Os Reis do Baile

Grupo Musical Mendes Musica ao Vivo

Musica Popular para bailar, onde a festa acontece.

Este grupo Musical é composto por três músicos, mas um deles tem mais experiencia porque é o mais velho, e já vem de outras “guerras”. José Pereira Mendes que se juntou com o seu filho Nitélio Mendes, e fizeram o grupo Pai e Filho e juntos deram animação a muito arraial, com belas musicas populares para o todo o povo dançar.

Desde há muitos anos que o grupo família respira inspiração e vários foram o originais que foram aparecendo, canções que vale a pena escutar e que levou recentemente o grupo ao programa da Julia Pinheiro na televisão SIC, tendo conquistado um honroso segundo lugar, com a a bela canção que pode ouvida em baixo “Foi bom, foi muito bom” (letra: José P. Mendes / Musica: Nitélio Mendes)

Tem percorrido kilómetros e kilómetros, para animar festas um pouco por todo o país. Sempre tendo o cuidado de se adaptarem ao tipo de publico que foram encontrando, em termos etários e influencias, vivências e regiões.

Em 2014 o grupo integrou mais um elemento, um musico também com originais gravados, mas que tem muito jeito pro baile, José Belo.
Em 2017 há novas entradas e saídas na formação. Para além do duo de base, participam nos bailes outros elementos da equipa que fazem com que por vezes sejamos 4 em palco.
O grupo Mendes Musica ao vivo, pode animar todas as festas e romarias que gostem de musica portuguesa de baile, como principal ingrediente do reportório.

Grupo Musical Mendes Musica ao Vivo servem em jeito de musica, muitas emoções e energias, típicas de um baile popular simplesmente genuíno e à portuguesa.

A musicalidade do nosso Alentejo com um grande sabor a Portugal.

(texto Fernando Graça)

“Azar na praia” do Manuel Monteiro em versão própria, numa noite quente de verão, quase de improviso.

Mais videos de baile no Youtube Mendes Musica / Reis do Baile

Site oficial do
Grupo Mendes Musica ao vivo – Grupo de Baile
Palco Principal do grupo Mendes Musica

Grupo Musical
Mendes Música ao vivo
“OS REIS DO BAILE”

Évora – Portugal

Aqui recordamos uma das presença do grupo que foi finalista do concurso de televisão O TOP DAS GASOLINEIRAS – um video do grupo musical Mendes Musica ao vivo na Televisão Sic – Querida Julia – Grupo Musical de baile

E vai chover 5 dias sem parar

os Reis do Baile / Mendes Musica e José Belo ao vivo

Musica Popular Portuguesa – Raspa

Baile Popular na capital.

Mendes Musica

“Oh linda cidade de Évora” – linda canção original

Duo Mendes Musica numa passagem de ano 2010 / 2011 na zona de Coimbra

Musica bem folclórica em formato de baile

Duo Mendes Musica numa passagem de ano 2010 / 2011 na zona de Coimbra

Banda Jovisom – Baile

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Jovisom

Apresentação da banda

Anima o baile com o máximo de dedicação, onde quer que o baile aconteça. 

Banda que existe desde 1991, que o grupo musical Jovisom, na primeira fase em formato de trio, mais tarde como banda completa o que se veio a revelar como formato vencedor e adequado ao que o baile exige hoje em dia. Durantes estes anos na animação de festas e arraias em todo este Portugal, a banda tem levado a sua diversão em palco aos mais variados públicos, do litoral ao interior, de norte a sul de Portugal.

Os 7 elementos de palco que, atualmente, compõem a Banda Jovisom, fazem uma equipa dinâmica, profissional e animada que interpreta um vasto reportório, diversificado e alegre que faz de cada baile uma festa.

Um reportório que abrange os vários gostos musicais de várias épocas e estilos, adaptando-se facilmente ao ambiente mais agradável para cada região.
Música para dançar é a grande especialidade da Banda Jovisom.
Experimente na sua festa e não se vai arrepender.

veja www.bandajovisom.com

Os videos dde 2017, 2016, 2015, etc., estão aqui ao cimo desta lista de videos:

Grupo Jovisom

Baile de Arraial em Santa Engracia – Lisboa – Baile de Santo Antonio, Conjunto

Banda Jovisom ao vivo – Ai Jesus

Banda Jovisom – Video Brinca comigo Maria / Funana / Quim Barreiros, etc.

Farra Minhota, Musica Popular Portuguesa

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Farra Minhota

O espectáculo é especial, dinâmico, alegre, ritmado e surpreendente.
Farra Minhota não é só Minho, é Portugal

As Raizes do Minho nunca serão esquecidas.
A diversão com tradição é a base para um espectáculo de grandes musicas, grandes sucessos da musica popular com Farra Minhota

O grupo “Farra Minhota“, formado inicialmente com o nome “Raízes do Minho” em 2008 em Riba de Âncora, no Concelho de Caminha, é hoje composto por músicos de vários Concelhos do Distrito de Viana do Castelo e Braga. Com uma actividade artística baseada na apresentação de um repertório constituído por música popular e tradicional portuguesa e ainda por cantigas à desgarrada, tem na sua jovialidade, dinamismo e performance musical, as suas mais valias. Composto por Concertinas, Bandolim, Guitarra, Baixo, Cavaquinho, Bateria, Viola Braguesa, Violino entre outros, aborda temas musicais tradicionais, com arranjos próprios, e temas originais de cariz popular.

O seu primeiro álbum – “Sons da Tradição” – surge com a intenção da divulgação da música tradicional e popular portuguesa, perpetuando também alguns dos temas e momentos vivenciados ao longo do último ano da actividade artística do Grupo “Raízes do Minho”.

O segundo trabalho discográfico lançado em 2010 gravado ao vivo em Barcelos – Barqueiros.

O terceiro e mais recente álbum – “Festa Minhota” – gravado em 2013, onde se destacam de alguns temas o “Cavaquinho do Minho” e “Festa Minhota”.

Apareça, Viva e…Divirta-se!

(in: facebook)

Farra Minhota

O espectáculo é especial, dinâmico, alegre, ritmado e surpreendente.
Farra Minhota não é só Minho, é Portugal

As Raizes do Minho nunca serão esquecidas.
A diversão é a base para um espectáculo de grandes musicas, grandes sucessos da musica popular.

O grupo “Farra Minhota“, formado inicialmente com o nome “Raízes do Minho” em 2008 em Riba de Âncora, no Concelho de Caminha, é hoje composto por músicos de vários Concelhos do Distrito de Viana do Castelo e Braga. Com uma actividade artística baseada na apresentação de um repertório constituído por música popular e tradicional portuguesa e ainda por cantigas à desgarrada, tem na sua jovialidade, dinamismo e performance musical, as suas mais valias. Composto por Concertinas, Bandolim, Guitarra, Baixo, Cavaquinho, Bateria, Viola Braguesa, Violino entre outros, aborda temas musicais tradicionais, com arranjos próprios, e temas originais de cariz popular.

O seu primeiro álbum – “Sons da Tradição” – surge com a intenção da divulgação da música tradicional e popular portuguesa, perpetuando também alguns dos temas e momentos vivenciados ao longo do último ano da actividade artística do Grupo “Raízes do Minho”.

O segundo trabalho discográfico lançado em 2010 gravado ao vivo em Barcelos – Barqueiros.

O terceiro e mais recente álbum – “Festa Minhota” – gravado em 2013, onde se destacam de alguns temas o “Cavaquinho do Minho” e “Festa Minhota”.

Apareça, Viva e…Divirta-se!

(in: facebook)

Bandas, Farra Minhota, ex Raizes do Minho) Musica tradicional de Portugal, Musica Tradicional do Minho, Grupo de Concertinas, Cantares ao desafio, Musica Popular Portuguesa, Espectáculos com Concertina, Cantigas ao desafio. Desgarradas, Grupos Musica Popular Portuguesa, Tradicional, Minho, Banda Minhota, Desgarrada, grupos minhotos. Musica Popular

Farra Minhota

Banda de Viana do Castelo

espectáculos

ligue 961479169

SITE

FARRA MINHOTA (ex Raizes do Minho) Musica tradicional de Portugal, Musica Tradicional do Minho, Grupo de Concertinas, Cantares ao desafio, Musica Popular Portuguesa, Espectáculos com Concertina, Cantigas ao desafio. Desgarradas, Grupos Musica Popular Portuguesa, Tradicional, Minho, Banda Minhota, Desgarrada, grupos minhotos. Musica Popular

Historial:
Com uma actividade artística baseada na apresentação de um repertório constituído por temas tipicamente minhotos como as cantigas ao desafio, as célebres desgarradas, viras, malhões, música popular e tradicional portuguesa, tem na sua jovialidade, dinamismo e performance musical, as suas mais valias.
No que aos instrumentos diz respeito, tem Concertinas, Bandolim, Guitarra, Baixo, Cavaquinho, Flauta Transversal, Ukélélé, Bateria, entre outros, aborda temas musicais tradicionais, com arranjos próprios, e temas originais de cariz popular.
Raízes do Minho” regista, no seu curto mas intenso historial, a apresentação em locais tão distintos como as Festas de Nelas, FACEP – Penamacor, Festa das Cruzes – Barcelos, Carnaval da Mealhada, Feira do Artesanato de Lousada, Valongo, Caminha, Valença, Feiras do Alvarinho e Bacalhau (Melgaço), entre muitos outros.
O seu primeiro álbum – “Sons da Tradição” – surge com a intenção da divulgação da música tradicional e popular portuguesa, perpetuando também alguns dos temas e momentos vivenciados ao longo do último ano da actividade artística do Grupo “Raízes do Minho”.
Já conta com algumas apresentações televisivas,
O grupo “Raízes do Minho” lançou recentemente um album que confirma todas as potencialidades do grupo e dos seus executantes.
Assistir a um espectáculo ao vivo é o unico caminho para usufruir ao máximo das capacidades do grupo…
Assim sendo, apareça…e divirta-se com a mais genuína musica portuguesa.

Anabela e as Top Girls

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Eis um novo grupo no panorama musical português. O conceito certo para uma grande animação.
ANABELA E AS TOP GIRLS
São cinco meninas em palco, com toda a alegria e jovialidade necessária para um bom espetáculo.
O grupo musical é constituído por uma teclista , uma percussionista, uma vocalista e duas bailarinas.
O reportório abrange a música portuguesa, brasileira e internacional. Um grupo musical para animar bailes, arraias e eventos sociais.
A sua festa vai ser um sucesso com um baile / espetáculo destes.

(in: www.anabelaeastopgirls.com)

Video Promocional 2016/17

CD Lançado em 2016

Anabela e as Top Girls

 

Tour 2016

Anabela e as Top Girls, bandas, grupos musicais, grupos baratos, grupos de baile, artistas para espetaculos, artistas portuguesas, Concertos, Musica portuguesa

Anabela e as Top Girls

Anabela e as Top Girls

Um espetáculo


Vídeo ao vivo
Tema Baila Me
ANABELA E AS TOP GIRLS


Vídeo ao vivo
Tema Baby
ANABELA E AS TOP GIRLS

Grupo de Baile

Este grupo apenas com elementos do sexo feminino, é da região de Castelo Branco, e está disponível para animações em festas, com musica de baile e alguns temas originais. Musica variada para dançar.


Musica Popualr dos Sons do Minho – Dá-me um beijinho


Musica Popular – Cheira a Lisboa

VEJA ESTA LISTA DE REPRODUÇÃO DE VÁRIOS VIDEOS DE 2014 (video abaixo)

Especial CARNAVAL 2015 VÍDEO PROMOCIONAL Anabela e as Top Girls

Mão na cabecinha

Você não vale nada mas eu gosto de você

Outros vídeos 2014

Anabela e as top girls

Publicado a 28/07/2014
Anabela e as Top Girls –
Grupo Musical de Baile – Espetáculos de Musica Portuguesa
Bandas de Baile, Musica ao vivo, Bandas, Grupos, bailes, festas, baile, musica popular.
Mão na Cabecinha em 2014
Alto Alentejo

Anabela e as top girls

Publicado a 20/06/2014
Anabela e as Top Girls –
Grupo Musical de Baile – Espetáculos de Musica Portuguesa
Bandas de Baile, Musica ao vivo, Bandas, Grupos, bailes, festas, baile, musica popular.

vídeo 2013

Anabela e as top girls

Publicado pela Carolina Araújo em 25/11/2013
Anabela e as Top Girls – Grupo Musical de Baile – Espectáculos de Musica Portuguesa
Bandas de Baile, Musica ao vivo

Contacto direto com Anabela e Top Girls

Outro inédito desta Girls Band – Baby,  o kizomba

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Ricardo Ribeiro Fado

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Ricardo Ribeiro – Historial

Ricardo Alexandre Paulo Ribeiro nasceu em Lisboa a 19 de Agosto de 1981. Frequentou aulas de guitarra clássica e formação musical – grau 3 – com os professores: José Carvalhinho, Manuel Soutulho e Lisete Teixeira.
Conviveu com o Fado desde muito novo, ouvindo grandes fadistas da época que se tornaram as suas referências: Fernando Maurício, Amália Rodrigues, Alfredo Marceneiro, Manuel Fernandes, Adelino dos Santos (Guitarra) e José Inácio (Viola), entre outros.
Participou em inúmeras sessões de fado organizadas por Coletividades de Cultura e Recreio e Casas de Fado como: “Académica da Ajuda”, “Vendedores de Jornais FC”, “Os Ferreiras”, “Nónó” e “Faia”.
A partir de 2001 recebe convites para participar em festivais nacionais e internacionais de música: “Alu – Casa da atriz Maria Casares”, “Badasom”, “Vocal Jazz Festival Crest”, “Festival de Guitarra de Córdoba”, “Festival de Guitarra de Santo Tirso”, entre outros.
Em 2004 foi editado pela CNM – Coleção Antologia o seu primeiro álbum com o nome “Ricardo Ribeiro”, que conta com a colaboração do guitarrista José Manuel Neto, Jorge Fernando e Marino de Freitas. Participou no “Tributo a Amália Rodrigues” – da editora World Conection, no mesmo ano.
Em 2005, a convite do encenador Ricardo Pais integra o espetáculo “Cabelo Branco é Saudade” com Celeste Rodrigues, Argentina Santos e Alcindo de Carvalho, apresentado no Teatro de Nacional São João, Cite de la Musique (Paris), Teatro Abadia (Madrid), Opera de Frankfurt, Teatro Mercadante (Itália), Casa da Musica no Porto, Teatro Municipal de São Luiz e editado em DVD.
Ainda em 2005 recebe o prémio revelação masculina da Fundação Amália Rodrigues.
Em 2008 é convidado pelo alaudista/compositor libanês Rabih Abou Khalil para cantar “Em Português”, um álbum com poemas de Silva Tavares, Mário Rainho, Tiago Torres da Silva, José Luís Gordo e António Rocha, editado pela Enja Records. “Em português” foi eleito Top of the World Album atribuído pela revista inglesa SongLines.
A sua interpretação recebe os maiores elogios da crítica que cita Ricardo Ribeiro como “ …THE RISING STAR OF LISBON FADO” – SongLines.
Faz parte do filme “Fados” de Carlos Saura e também do “Filme do Desassossego ” de João Botelho. Participa em “Rio Turvo” de Edgar Pêra e no documentário de Diogo Varela Silva “O Rei sem coroa”, sobre a vida e obra de Fernando Maurício.
Faz parte do elenco “Concerto de Natal 2009” e na recriação do mítico “Amália no Olimpia”, no Campo Pequeno em Lisboa com Mariza, Celeste Rodrigues, Camané, Rui Veloso e Carminho.
Ao longo destes anos tem participado nos discos de nomes grandes da Música Portuguesa como: Rui Veloso, Simone de Oliveira, Pedro Joia, Rão Kyao, João Gil e Carlos do Carmo.
Colaborou nos espetáculos de homenagem aos grandes fadistas Fernando Maurício, Fernanda Maria, Argentina Santos, Rodrigo e Anita Guerreiro.
Em 2010 produz “Porta do Coração” com Pedro Castro (Guitarra Portuguesa), Jaime Santos (Viola) e a colaboração de Prof. Joel Pina (Viola-Baixo) editado pela EMI MUSIC PORTUGAL. Apresentado no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, “Porta do Coração” atinge o galardão de ouro por vendas superiores a 10000 exemplares, em 2012.
Em 2011 recebe o prémio de melhor intérprete masculino atribuído pela Fundação Amália Rodrigues. No Teatro Municipal de São Luiz realiza dois concertos dedicados a Lisboa e ao Fado com lotações esgotadas.
Participa no ciclo de música Luso-Chinesa e canta com a Orquestra Chinesa de Macau, no Grande Auditório do Centro Cultural de Macau sob a direção do Maestro Pang Ka Pang.
Com Rabih Abou Khalil e Luciano Biondini apresenta “Em Português” nos “Dias da Musica 2011” no Centro Cultural de Belém, transmitido em direto pela Antena2.
Participa no “Festival International de Musique Andalouse et Musique Ancienne”, integrado na Capitale Islamique de la Culture 2011 em Tlemecen-Alger.
Em 2012 colabora com a cantora Maria Jonas, a violetista Susanne Ansorg e o alaudista Fábio Accurso no concerto de música antiga “Lágrimas de Saudade” em Bielefeld – Alemanha, transmitido em direto pela WDR3. Ainda neste mesmo ano faz parte do cartaz da 2ª edição do Festival de Fado de Madrid, nos Teatros Del Canal, sala Roja, com Pedro de Castro, Jaime Santos, Prof. Joel Pina e a colaboração de Pedro Jóia.
Canta na Bienal de Veneza 2013 no jantar inaugural do pavilhão de Portugal concebido pela artista plástica Joana Vasconcelos com Pedro Joia e o Quarteto Arabesco.
Também em 2013 participa com Pedro Jóia no concerto comemorativo do Dia de Portugal e das Comunidades Portuguesas em Caracas. A acompanhar os dois intérpretes estava a “Orquestra Sinfónica da Venezuela” sob a direção do Maestro Osvaldo Ferreira, no Teatro Teresa Carreño.
Convidado pelo “FESTIM” – Festival Intermunicipal de Musicas do Mundo – apresenta ao vivo “Em Português”, com Rabih Abou Khalil e Luciano Biondini.
Grava com a “Frankfurt Radio Big Band” composições de Rabib Abou Khalil “Em Português” com arranjos e direção do conceituado Maestro Jim Macneely.
O quinto álbum “Largo da Memória” editado pela Warner em outubro de 2013 reúne os vários músicos com quem Ricardo tem trabalhado ao longo dos anos: Pedro Caldeira Cabral, Pedro Jóia, Rabih Abou-Khalil ou Ricardo Rocha, entre outros e marca um momento de afirmação da sua carreira e maturidade artística.
Em fevereiro de 2014, o fadista apresenta Largo da Memória no CCB, Grande Auditório e na Sala Suggia da Casa da Música, ambos esgotaram. Para além dos nomes referidos acima, Ricardo partilhou o palco com Pedro de Castro na guitarra portuguesa, Jaime Santos na viola de fado, Francisco Gaspar na viola baixo, tendo ainda o quarteto de cordas e uma homenagem ao Prof. Joel Pina.
Paralelamente, o fadista continua o seu projeto em duo com Pedro Jóia e semanas antes, esgotaram o Elebash Center, em Nova Iorque, proeza que repetiram na Madeira, no verão. Em julho, os dois músicos fizeram a primeira parte de Mariza no EDP CoolJazzFest. No fim da atuação os três atuaram juntos.
Em abril arrancou a tournée de apresentação de Largo da Memória com o apoio do Montepio. O primeiro concerto teve lugar no Casino da Figueira da Foz e até dezembro de 2014 passou por Cartaxo, Setúbal, Ílhavo, Coimbra, Estarreja e tantas outras.
A época de festivais revelou-se cheia para Ricardo Ribeiro que figurou nos cartazes do festival Sons do Atlântico, no Algarve, Festival da Quinta das Lágrimas em Coimbra, Festival Bons Sons em Tomar, concerto escolhido pelo jornal o Público como “o” concerto da edição, Nós Em D´Bandada no Porto e Festival Caixa Alfama, em Lisboa, entre outros.

In facebook Ricardo Ribeiro

Ricardo Ribeiro

Ricardo Ribeiro – CCB – 50 Anos de Rodrigo – “Destino Marcado”
Ricardo Ribeiro ao vivo CCB – “Destino Marcado” – 50 Anos de Rodrigo

Live @ CCB – “Destino Marcado” – 50 years of Rodrigo

Espetáculo de momentos quentes e emocionantes com uma genuina e honrada interpretação do Fadista Ricardo Ribeio num espetáculo ao vivo deste artista que ocupa espaço de muito forte nos mais fortes nomes de Fado da actualidade.

Ricardo Ribeiro – Fama de Alfama – 5ª Grande Gala da Rádio SIM

Não tenham medo da fama
De Alfama mal afamada
A fama ás vezes difama
Gente boa, gente honrada

Fadistas venham comigo
Ouvir o fado vadio
E cantar ao desafio
Num castiço bairro antigo;
Vamos lá, como eu lhes digo
E hão-de ver de madrugada
Como foi boa a noitada
No velho bairro de Alfama
Não tenham medo da fama
De Alfama mal afamada

Eu sei que o mundo falava
Mas por certo, com maldade
Pois nem sempre era verdade
Aquilo que se contava;

Muita gente ali, levava
Vida sã e sossegada
Sob uma fama malvada
Que a salpicara de lama
A fama ás vezes difama
Gente boa, gente honrada

Ricardo Ribeiro – Não Rias – Live @ Portugal no Coração (RTP1)

Ricardo Ribeiro – Destino Marcado [OFFICIAL VIDEO]

Ricardo Ribeiro e Mariza – Live @ EDP COOLJAZZ ’14 – “Quando Me Sinto Só” – “De Mim Para Ninguém”

Ricardo Ribeiro e Mariza, ao vivo no EDP CoolJazz Fest 2014.
♫♫♫
“Quando Me Sinto Só”

Ricardo Ribeiro – Malhas Do Amor – Live @ Herman 2013

Mariza & Ricardo Ribeiro singing ‘Zanguei-me Com O Meu Amor’, Madrid 13/07/10

Mariza singing with her guest, the amazing and talented Ricardo Ribeiro, ‘Zanguei-me Com O Meu Amor’ in Madrid at the ‘Veranos de la Villa’ concert on 13/07/10.

Ricardo Ribeiro – “Passeio Fadista”

‎Ricardo Ribeiro Fado,Pedro de Castro , Carlos Manuel Proença , Francisco Gaspar Mesa De Frades – Travel Channel 2012
Lyrics: Alberto Rodrigues
Music: Popular Fado Pexincha

Liberdade – MOURARIAS | Ricardo Ribeiro e Pedro Jóia

Ricardo Ribeiro-Voz
Pedro Jóia-Guitarra
Yuri Daniel-Baixo
Vicky Marques-Percussão
Rui Borges Maia-Flauta

“Oh liberdade chamei-te
Tu não deste pelo nome
Uma coisa é apetite
Outra coisa é a fome.
Eu não ganhava para o bife
Foi namoro de janela
Nunca mais estive com ela
Mas vou saber onde vive

E como ter a certeza
Que pensa tal como antes
Perguntas bem digo eu
Vou reservar uma mesa
Para a ceia dos amantes
Na melhor do céu.”

Letra:Julio Pomar
Musica:Pedro Jóia

FESTIM 2013 – Rabih Abou-Khalil – Ricardo Ribeiro – Luciano Biondini

Rabih Abou-Khalil ربيع أبو خليل Group – A Casa da Mariquinhas – Ao Vivo

Ricardo Ribeiro. Festival Caixa Alfama. Na Igreja de Santo Estevão. Cantando sem microfone.

wikipedia

Biografia Ricardo Ribeiro

(em Maio 2015)

Foi criado no Bairro da Ajuda, tendo começado a cantar aos 9 anos de idade para os amigos.

Impulsionado por uma tia, a sua estreia aconteceu aos 12 anos, no Grupo Desportivo “A Académica da Ajuda”, sendo acompanhado à guitarra por Carlos Gonçalves e à viola José Inácio, que se tornaria um dos seus mestres.

Participa na Grande Noite do Fado de 1996, em Lisboa, arrecadando o 2º lugar. Vence esta iniciativa da Casa da Imprensa no ano seguinte e já em 1998 volta a vencer mas já na categoria de seniores masculinos.

Ao mesmo tempo que estuda no Colégio Diocesano Andrade Corvo, em Torres Novas, aos 15 anos Ricardo passa a integrar o elenco do Restaurante Típico “Os Ferreiras”, na freguesia da Pena, ao lado de nomes como Fernando Maurício (que considera seu mestre) e Adelino dos Santos, guitarrista de quem diz ter recebido muitos ensinamentos.

Passa mais tarde para o Bairro Alto, actuando no Restaurante Típico “Nô-Nô”, O Faia ou Café Luso. Actualmente faz parte do elenco da Casa de Fado Marquês da Sé e actua ainda, aos sábados, na Mesa de Frades, ambos em Alfama.

Em 2001 representa Portugal, a convite do Ministério da Cultura francês, num festival de culturas realizado na casa doada pela actriz Maria Casarès à localidade de Alloue, Charente, França.

Em 2004 participa em A Tribute to Amália Rodrigues, uma compilação de homenagem à fadista portuguesa, editada em 6 de Outubro pela World Connection.O tema escolhido foi “Quando se Gosta de Alguém”, com letra de Amália e música de Jorge Fernando. Neste álbum participam também nomes como Ana Moura, Argentina Santos, Cristina Branco, Joana Amendoeira, Maria da Fé ou Jorge Fernando mas também alguns artistas fora da esfera do fado como Ciganos D’Ouro, Raul Marques e os Amigos da Salsa, V Império ou Vozes da Rádio.

O álbum Ricardo Ribeiro sai ainda em 2004 pela editora Companhia Nacional de Música. Este álbum está marcado pelo fado tradicional mas com quatro excepções trazidas por Jorge Fernando, Paco González e Manuel Mendes, contando ainda com letras escritas para si por José Luís Gordo e Rui Manuel.

No ano de 2005 é agraciado com o Prémio Revelação Masculina da Fundação Amália Rodrigues. Entra também no filme “Rio Turvo” de Edgar Pêra onde interpreta um fado e uma canção de Fernando Girão.

Ainda em 2005 é convidado pelo encenador Ricardo Pais para participar na peça “Cabelo Branco É Saudade” onde entraram outros nomes como Celeste Rodrigues, Argentina Santos e Alcindo de Carvalho. O espetáculo é apresentado no Teatro Nacional de São João e em outras importantes salas de espetáculo como a Cité de la musique de Paris, o Teatro de La Abadía de Madrid, a Ópera de Frankfurt (Opern und Schauspielhaus Frankfurt), o Teatro Mercadante de Nápoles ou a Casa da Música, no Porto.

No ano seguinte, 2006, a Casa da Imprensa atribui-lhe o Prémio Revelação, e um dos temas do seu primeiro álbum, “A Lua e o Corpo” (Rui Manuel De Oliveira / Alfredo Marceneiro (Fado Pierrot)), é escolhido para integrar a compilação Álbum Vermelho do Fado, editado pela Companhia Nacional de Música. Deste duplo álbum fazem parte trabalhos de Amália Rodrigues, Ana Moura, Argentina Santos,Camané, Cristina Branco, Gonçalo Salgueiro, João Braga, Joana Amendoeira, Katia Guerreiro, Mariza, Mísia e do seu mestre Fernando Maurício.

Ainda em 2006 canta uma versão fadista do Hino Nacional de Portugal, em apoio da seleção nacional de futebol, participante no Campeonato Mundial de Futebol desse ano, realizado na Alemanha.

Em 2007 verifica-se a estreia do filme documentário musical “Fados”, do realizador espanhol Carlos Saura, onde Ricardo participa no quadro “Casa de Fados”.

“A Lua e o Corpo” volta a entrar numa compilação Fado Sempre! Ontem, Hoje e Amanhã. Faz parte da secção “Hoje” deste trabalho comemorativo dos 150 anos de fado, editado pela Difference e iPlay, que reúne 80 fados interpretados por nomes incontornáveis do panorama do fado.

Na sequência dos concertos a Julho de 2007, no Teatro de São Luiz, em Lisboa e no Porto, no Teatro Nacional São João com o libanês Rabih Abou-Khalil, Ricardo é a voz do álbum Em Português do compositor e tocador de Oud, lançado em Maio de 2008 pela editora Enja Records. A letras são assinadas por Mário Rainho, Silva Tavares, José Luís Gordo, Tiago Torres da Silva, Rui Manuel e António Rocha.

Em 2010 é editado o álbum “Porta do Coração”.[carece de fontes]

A 27 de Janeiro de 2015 foi feito Comendador da Ordem do Infante D. Henrique.

(wikipedia)

Allmusic

Ricardo Ribeiro Biography
Ricardo Ribeiro is a fado singer from Portugal with a traditional style whose full-length solo album releases are few and far between yet popular. Born on August 19, 1981, in Lisbon, he is primarily influenced by fado legend Fernando Maurício. Ribeiro made his commercial recording debut in 2004 with “Quando Se Gosta de Alguém,” his contribution to the compilation album A Tribute to Amália Rodrigues, followed later in the year by his full-length solo album debut, the eponymous effort Ricardo Ribeiro. The critically acclaimed album won him the prestigious Prémio Revelação Masculina da Fundação Amália Rodrigues in 2005. Though it would be a half-decade before his next full-length album effort, Ribeiro kept active. In 2006 his song “A Lua e o Corpo” was featured on the compilation album Álbum Vermelho do Fado; in 2007 his song “Casa de Fados” was featured on the soundtrack to the documentary film Fados; and in 2008 his song “Rezando Pedi por Ti” was featured on the compilation album Fado Presente: A Nova Geração do Fado. Also in 2008 he was featured on the album Em Português by Lebanese oud player and composer Rabih Abou-Khalil. Six years after making his full-length album debut, Ribeiro released his second solo album, Porta do Coração (2010), which features musical backing from Pedro de Castro (guitar), Jaime Santos (viola), and Joel Pina (viola). Porta do Coração was a Top Five hit on the Portuguese albums chart and spawned the single “Moreninha da Travessa.”
(allmusic.com)

Portal do Fado

FADO SINGERS

Ricardo Ribeiro was born in Lisbon. He began singing among his friends and made is public debut with 12 years, at Académica da Ajuda.

The Fado singer considers the fadistas Fernando Maurício, Manuel Fernandes and Alfredo Marceneiro Fernando as his main references. Ricardo Ribeiro reveals himself: “When I heard Fernando Maurício for the first time, that singing was so intense it made ​​me feel part of the history.”

With 15 years of age becomes part of the cast of the Restaurant Os Ferreiras, at Rua de S. Lázaro, along with his master Fernando Maurício and the guitar player Adelino dos Santos. Also in 1996 he wins the second place in the competition of the Grande Noite do Fado in Lisbon. In the next two years, 1997 and 1998, he was the winner of the same contest.

Later he performed at the typical restaurant NóNó, at Bairro Alto, fado house that opened the doors for him to perform in the mythical places like Faia and Luso.

By an invitation of the French Ministry of Culture, he represented Portugal in a festival of cultures in Alu, at the house of Maria Casares, in southern France, in 2001.

In 2004 he sang a theme on the album tribute to Amália Rodrigues, an edition of the World Connection label, and later that year, he launched his first album – “Ricardo Ribeiro”, an edition of CNM Anthology Collection.

In 2005, Ricardo Ribeiro received the award Revelação Masculina (Male Revelation), atributed by the Amália Rodrigues Foundation and participated with two songs on the movie “Rio Turvo”, directed by Edgar Pêra, along with Teresa Salgueiro and Nuno Melo.

That same year, by an invitation of the director Ricardo Pais, he takes part in the show “Cabelo Branco é Saudade”, along with Celeste Rodrigues, Argentina Santos and Alcindo de Carvalho. The show premiere is at the Teatro Nacional de São João and then is presented in the most important concert halls of Europe and Portugal such as Cité de la Music (Paris), Teatro de la Abadia (Madrid) Frankfurt Opera, Theatre Mercandante (Naples) and Casa da Musica (Oporto).

The Casa da Imprensa gives him the Revelation Award in 2006.

In addition to made part of the cast for the film “Fados,” directed by Carlos Saura, Ricardo Ribeiro has collaborated on projects of the biggest names in the Portuguese music: João Gil, Rão Kyao or Pedro Jóia.

The fadista came to the attention of the international critics when, in 2008, collaborated on the album “Em Português”, from the composer and lute player Rabih Abou Khalil, edited by ENJA Records. On this album all the themes are composed by Rabih Abou Khalil and the poems written by Mário Rainho, Silva Tavares, José Luis Gordo, Tiago Torres da Silva, Rui Manuel and António Rocha.

The interpretation of Ricardo Ribeiro receives the best acclaims and the album “Em Português” was voted for the 10 best albums “Top of the World” in the British magazine “Songlines”, where Ricardo Ribeiro is referred to as “the rising star of … Lisbon Fado “.

In 2010 he sings two themes in the movie “Filme do Desassosego”, directed by João Botelho.

“Porta do Coração”, his latest album, was released on April 19, 2010 and went directly to the 5th place of the national top sales. This album was produced by Ricardo Ribeiro, Pedro de Castro (Portuguese guitar) and Jaime Santos (Guitar) and has the support of Joel Pina on bass guitar. The magazine “Songlines” once again surrender to his interpretations, giving it the stamp of quality “Top of the World Album” and praising its ability to overflow emotions, and grading his work to “absolutely extraordinary and rare.”

The Amália Rodrigues Foundation distinguishes again Ricardo Ribeiro, in 2011, this time with the award Melhor Intérprete (Best Singer).

Ricardo Ribeiro is undoubtedly one of the most prominent figures of the younger generation of Portuguese fado, and is fado that he sees himself: “Fado is all that happens. When we laugh or cry when you remember or forget. When one loves or hates. It’s an artistic way of shaping the Fado to the voice. The fate of a fado singer is to be the fortune of us all.
(portaldofado.net)

Público

A voz enorme de Ricardo Ribeiro sabe brilhar no largo maior do fado

A apresentação de Largo da Memória na noite de 15 de Fevereiro num CCB superlotado mostrou o melhor da arte de Ricardo Ribeiro. 4 estrelas.

Entrou no palco sob uma prolongada salva de palmas, mas nos primeiros minutos não parecia ele: voz hesitante, pouco expressiva, baça, como se pisasse território estranho. Mas a meio do primeiro fado (Destino marcado, o Fado Menor de Fernando Farinha) Ricardo Ribeiro venceu as contrariedades (“estou cheio de nervos”, diria ele depois) e mostrou do que é capaz.

E é capaz de muito, com a voz enorme que se lhe conhece, mas sempre chamando a atenção para os méritos restantes: os dos compositores, criadores, músicos, os que o acompanham e os que fizeram dele o que hoje é. Essas referências ocupam grande parte do tempo em que ele fala, por entre fados. E muito do que ele diz interessa ouvir, pelo que explica e conta, não dispensando até a ironia – quando lhe gritam “És o maior!”, responde “Sou o maior em peso, não há nenhum mais gordo do que eu”.

Mas o que ele na verdade quer maior é o fado, o seu fado. Entre temas de Largo da Memória (cantou 13, num total de 16) e do anterior Porta do Coração (mais cinco), mostrou a grandeza e solidez do seu canto. Com Pedro de Castro (guitarra portuguesa), Jaime Santos (viola de fado), Francisco Gaspar (viola baixo), João Nuno Represas (percussão) e um quarteto de cordas (Tiago Neto, António José Nogueira, Sandra Raposo, Nuno Abreu), Ricardo teve ainda a seu lado quatro convidados notáveis:

Pedro Caldeira Cabral, que na guitarra portuguesa o acompanhou na trovadoresca Cantiga de seguir, ficando para o instrumental Quando nasceste, melodia exaltante que Ricardo Ribeiro escreveu e gravou para dedicar à filha (na sala, ouviu-se um “obrigada, pai!”);

Joel Pina, o histórico viola baixo que, a poucos dias de completar 94 anos (a 19 de Fevereiro) acedeu a subir da plateia ao palco para se integrar no grupo e acompanhar, com saber e desenvoltura, um belíssimo Fado é canto peregrino;

Pedro Jóia, cuja ágil guitarra deu alma e cor a Entrega (excelente), Gaivota perdida (criação de Celeste Rodrigues, que Ricardo Ribeiro não gravou mas cantou aqui) e Tarab, feliz composição ibero-árabe;

E, por fim, Rabih Abou-Khalil, experiente e criativo músico libanês que “casou” o seu oud (espécie de alaúde árabe) com a voz de Ricardo em dois temas: Adolescência perdida, do disco que registou a parceria de ambos, Em Português; e Grão de areia, inédito com música de Abou-Khalil e letra do fadista António Rocha que em boa hora Ricardo gravará num próximo disco. Quatro momentos inesquecíveis.

De resto, Ricardo honrou o seu reportório com interpretações à altura, com escassos momentos menos conseguidos, destacando-se já no final De loucura em loucura e Não rias, interpretações sentidas e vibrantes que lhe valeram sonoros “bravo!” da plateia.

A fechar ouviu-se Malhas do amor, o Fado Sem Pernas que foi também sem casaco, já que Ricardo o tirou para ficar em camisa, mas sem abandonar o característico lenço. O encore, numa tempestade de aplausos, trouxe ventos fadistas e árabes em conjugação perfeita: o Fado do Alentejo (com arranjo de oud e cordas de Rabih Abou-Khalil) e o Fado de Alfama, de novo com Joel Pina a subir ao palco para um final em festa.

Uma noite de grandes momentos musicais iluminados por uma voz que é um portento.
(In: Jornal Publico) em 16/2/2014 por NUNO PACHECO

Fnac

CD Ricardo Ribeiro

Atenção: Ricardo Ribeiro é um fadista jovem. Não é, ao contrário do que se possa pensar e contrariando toda a lógica, mais um jovem fadista. Desde já, há que deixar bem claro que Ricardo Ribeiro não se enquadra verdadeiramente na chamada nova geração do fado. A sua voz, a força e a personalidade da sua interpretação fazem dele um caso à parte. Não terá sido por acaso, que Fernando Maurício nutriu desde cedo por Ricardo, grande admiração. No seu álbum homónimo, composto por 11 magníficos fados, que magníficos permaneciam em qualquer outra voz, ganham nele uma dimensão enorme, mesmo subliminar. Muito para além do que é habitual mesmo na voz dos melhores fadistas. Usar o superlativo absoluto é coisa perigosa. Mas basta ouvir uma estrofe, uma palavra que seja, cantada por Ricardo Ribeiro, para percebermos que o superlativo absoluto da palavra FADO, tem um nome.

CD Largo da Memória
Em 2008 a prestigiada revista britânica Songlines descrevia-o como “The rising star of Fado”. Dois anos depois, com a edição de “Porta do Coração”, Ricardo Ribeiro é aclamado pela crítica e pelos seus pares com uma das maiores vozes do nosso tempo. 2013 traz consigo um novo disco: “Largo da Memória”. Sobre o disco a palavra a Ricardo Ribeiro:
“Viajamos ao “Largo da Memória” lembrando o nosso passado, para melhor entender o presente e poder semear o futuro.
Se o Fado é vida…também o Fado é memória.
Memorizamos fadistas e Fados que fizeram história, poetas de hoje e de sempre, e músicos que se encontram nos caminhos da incerteza.
Neste “Largo da Memória” vivem poetas como Pedro Homem de Melo, Afonso Lopes Vieira, Mascarenhas Barreto, David Mourão Ferreira, Rosa Lobato Faria, Mário Rainho, Maria do Rosário Pedreira, António Rocha, Rui Manuel, Artur Ribeiro, Fernando Farinha, Ivete Pessoa, Frederico de Brito, Hasan Ibn Al-Missîsi, “Luso-Árabe” nascido em Silves no séc. XI, que cantamos em Fados e canções.
Convidei alguns amigos, músicos que muito admiro, para comigo vaguearem neste “Largo da Memória”.
Pedro Caldeira Cabral sugeriu-me que cantasse uma “Cantiga de Seguir” um género poético-musical do período trovadoresco (séc. XII-XIV), que tem uma estrutura harmónico-rítmica sobre a qual é inventada a melodia, a Guitarra Portuguesa segue a voz e a voz segue a Guitarra.
Por ele incentivado, atrevi-me a gravar um instrumental de minha autoria, tocando viola no tema “Quando Nasceste”, dedicado à minha filha Carolina.
O Ricardo Rocha na Guitarra Portuguesa, além de me acompanhar em três fados tradicionais, sabendo do meu gosto pela música do período Barroco, “vestiu” a melodia “Romance” de Carlos Gonçalves com um arranjo setecentista.
Pedro Jóia interpreta comigo a “Entrega” e “Tarab”, música de sua autoria, com quarteto de cordas (Violinos, viola de arco e violoncelo)
Rabih Abou Khalil, concebeu o arranjo para quarteto de cordas e alaúde árabe no “Fado do Alentejo”.
Pedro de Castro, Jaime Santos e Francisco Gaspar, são os companheiros do Fado e “emprestam” a este “Largo da Memória” o seu talento fadista.
Presto Homenagem ao Prof. Joel Pina nos temas “Fado é Canto Peregrino” e “De Mim Para Ninguém”.
Ricardo Ribeiro
in FNAC

Telefone
+351 214 068 960

website: Ricardo Ribeiro
twitter: Ricardo Ribeiro
youtube: Ricardo Ribeiro
google+: Ricardo Ribeiro

Premiado em:

2011 – Melhor Intérprete Masculino – Fundação Amália Rodrigues
2005 – Prémio Revelação Masculina – Fundação Amália Rodrigues
2005 – Prémio Revelação Masculina – Casa da Imprensa
1998 – Primeiro Lugar – Grande Noite do Fado de Lisboa
1997 – Primeiro Lugar – Grande Noite do Fado de Lisboa

Entrevista

Ricardo Ribeiro – Inesquecível RTP Memória (1ª Parte)

Ricardo Ribeiro – Inesquecível RTP Memória (2ª Parte)

Com Olga Cerpa e Mestisay Fotos: Miriam Cejas

Posted by Ricardo Ribeiro on Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2015

Com Olga Cerpa e Mestisay Fotos: Miriam Cejas

Posted by Ricardo Ribeiro on Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2015

Duo Big Banda – Bailes

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Duo Musical Big Banda

Apresentação

O Victor e a Sofia são um casal em sintonia. O Duo Big Banda é um Duo Musical do distrito de Coimbra, que ja cá anda há muitos anos. A experiência deste Grupo Musical deixa-os à vontade para animar qualquer tipo de festa. Das mais populares festas de arraial aos casamentos, convívios, bares, etc. O reportório adapta-se a cada festa para que a empatia seja exercida e todos se divirtam. O Duo Big Banda também tem Karaoke e espetáculo de acordeão. Nos casamentos e outras festas sociais, o alinhamento é apresentado de acordo com o ritmo de cada momento. O reportório é mais abrangente e composto, também, de sugestões dos noivos ou dos coordenadores do evento em causa. As danças de salão, como a valsa, o tango, o merengue, etc. são estilos musicais com grande tradição nos bailes em Portugal. Quando se proporciona, o Duo Big Banda está preparado para pôr a dançar os amantes destes estilos. A musica tradicional portuguesa ou folclórica tem grandes pérolas que toda a gente gosta de recordar. Nos nossos bailes nunca nos nos esquecemos dos nossos antepassados e das musicas que os faziam dançar. Melodias de altíssima importância na nossa música portuguesa, e que deve orgulhosamente ser elevado pelo vidouros. A musica brasileira sempre teve em Portugal uma energia especial. Muitos são os sucessos que constantemente adotamos. A alegria, o ritmos e o “sabor” destas canções sempre alegraram os nossos corações.O quizomba, “kuduro” e funaná são ritmos muito queridos entre nós. Uma tendência que está na moda. Nas nossas atuações temos o prazer de apresentar vários temas de influência africana que alegram as nossas gentes e que ocupam um lugar de destaque nas nossas animações. Música popular é a que mais nos faz dançar. Sem musica popular o bailarico não tem sabor. Os sucessos da musica popular portuguesa são uma forte aposta nos nossos bailes populares, por essas festas e romarias em todo o país.

Marchas e Musicas populares adaptadas a cada ocasião. Aqui o Duo Big Banda é o grupo musical que dá animação a todos os que gostam da “bailação”, na Portela, ali pertinho de Tentúgal, a terra do belo pastel.

As musicas do baile do sertão que tem entrado em Portugal tem este ritmo galopante da Sola da Bota.
O Povo adora dançar e fazer ginástica com estas musicas brasileiras alegres fazendo as coreografias.

Por falar em coreografias, como se divertem os mais alegres das festas populares com esta coreografia da Mão na Cabecinha.

musica ao vivo

videos

Musicas dos Santos Populares, Marchinhas de Lisboa – Santo Antonio – Rapsódia com acordeão

Musica brasileira variada com a energia do Brasil dos Calcinha Preta, Uma interpretação de luxo da Sofia.

As musica do bailarico em Portugal com um bom grupo musical que apesar de serem só dois criam ambiente de pura festa e diversão para as mais variadas festas e romarias deste país.
Também por isso merecem o nome que escolheram.
É assim a festa do Duo Big Banda,

Big Banda – Musica popular, malhão, Bailes, Organistas Musica ao vivo 2011

Popo da namorada ao vivo Duo Big Banda – Grupo Musical, festas, Portugal, musica popular do Augusto Canário

Oiça agora esta interpretação do Vitor com o seu acordeão, do “nosso bigodes”da musica popular. E quem não gosta de “mamar nos peitos da cabritinha” um sucesso das festas de todo o Portugal, tudo por causa dum dos muitos sucessos do grande Quim Barreiros, um agrande brincalhão da musica dos arraiais e do mais genuíno povo, conjuntos de sucessos musicais para portugueses e não só. Também nos locais mais turísticos este nosso arrais é adorado por quem nos visita.
É a musica ao vivo em Portugal

Em pleno casamento, momento de super emoção entre amigos e familiares num casamento à portuguesa. Nota-se que foi após a refeição. Abençoada alegria e convívio entre famílias com a nossa mais alegre musica.
Se a alegria curar doenças está aqui um bom medicamento natural.

Pancadinhas de Amor

Duo Big Banda

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HMB ao vivo

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HMB, a nova alma da soul em português

A soul music nasce da mistura da energia do gospel com as melodias do rhythm and blues. A mesma fórmula pode ser encontrada nos HMB, que acabam de editar o seu primeiro álbum. Desde as raízes gospel do vocalista, Héber Marques, passando pelo jazz e hip-hop do guitarrista, FredMartinho, ou pelo pelas melodias R&B do teclista, Daniel Lima, a alma está lá.

O álbum de estreia dos HMB surge cinco anos depois do nascimento do projeto, que teve na sua génese as músicas compostas por Héber Marques, o vocalista. Por isso, os “Héber Marques Band” (HMB) não poderiam ter outro nome.

No entanto, muita coisa mudou nestes últimos anos: há novos membros no grupo, largaram os temas em inglês e agora muitas das canções que escrevem não têm o dedo exclusivo de Héber.

Foi em 2007 que tudo começou, quando Joel, o baterista, incentivou Héber a criar uma banda onde pudesse inserir os temas que não cabiam no seu projeto de música evangélica. “Recordo-me que ainda ofereci alguma resistência”, confessa o vocalista, agora feliz por ter aceite o desafio.

Mais tarde, foi altura de abraçar a musicalidade do português. Daniel Lima, teclista, contou ao SAPO Música que a transição aconteceu de forma “um pouco abrupta”, mas que muito revela sobre “o espírito de cumplicidade” que reina nos HMB.

in Sapo Music em 03 de abril de 2012

HMB

HMB – SuperEgo (Ao Vivo no Hard Club)

HMB – Dia D (Ao vivo no Paradise Garage)

2015
HMB – NAPTEL XULIMA (ft. Enoque)

Os HMB são Héber Marques na voz, Joel Silva na bateria, Daniel Lima nos teclados, Fred Martinho na guitarra e Joel Xavier no baixo.

Já eram amigos e tocavam juntos noutros projetos, quando em 2007 decidiram formar os HMB. Héber Marques encontra nesta formação musical o equilíbrio perfeito para desenvolver o gosto pela Soul e R&B que ganhou pela afinidade com as suas origens Gospel.

Os grandes nomes dos anos 60 e 70, como Al Green e Bill Withers e os mais recentes D’Angelo e ErykahBadu são algumas das referências que inspiram a sonoridade da banda.

Os HMB são MTV Linked pela Música e quiseram partilhar esta mensagem com os fãs da MTV:

‘É para nós um motivo de grande orgulho poder estabelecer esta parceria com a MTV. Ver a nossa música reconhecida pela marca mais incontornável do mundo da música é realmente um sonho tornado realidade. Ao mesmo tempo que nos sentimos orgulhosos por este grande acontecimento, sentimo-nos também motivados a continuar a trabalhar árdua e humildemente para crescermos e fazermos cada vez mais e melhor música. Obrigado MTV!

HMB @ Hard Club (12 Out 2013)

Noticia MTV

Os HMB acabam de lançar o álbum “Sente”(capa na imagem abaixo). O segundo disco de originais da banda MTV Linked chegou às lojas na segunda-feira, dia 20 de outubro, antecipado pelo single ‘Feeling’.

“O envolvimento dos HMB com a criação de música nova é incessante. O novo álbum é o resultado dessa interminável busca pela perfeição. Com um som mais maduro, há um novo despertar de consciência para as tendências mais dançavéis, associadas ao soul, hip hop e RnB”, pode ler-se no comunicado de lançamento de “Sente”.

O novo álbum de Héber Marques (voz), Joel Silva (bateria), Daniel Lima (teclados), Fred Martinho (guitarra) e Joel Xavier (baixo)conta com a participação de Samuel Úria, Enoque, DJ Ride e Sir Scratch. Da Chick colabora no single ‘Feeling’, que está em rotação nas principais rádios nacionais e cujo vídeo tem rodado bastante na MTV Portugal.

De recordar que os HMB foram nomeados ao MTV EMA 2014 de “Melhor Artista Português”, prémio ganho por David Carreira.

“Infelizmente, não ganhámos o prémio de Best Portuguese Act. De qualquer forma, sentimo-nos muito honrados por termos sido nomeados pela MTV PORTUGAL. Obrigado MTV! E a todos vocês, nossa família, MUITO OBRIGADO por terem votado em nós e continuarem a apoiar-nos!! You rock!! E dia 7 de Novembro queremos todos no Armazém F para mandarmos a casa abaixo!!!”, escreveu a banda, no Facebook.

Marca na agenda: “Sente” tem concerto de apresentação marcado para dia 7 de novembro, no Armazém F, em Lisboa.

Fica o alinhamento do álbum:

01. Feeling (com Da Chick)
02. Naptel Xulima (com Enoque)
03. Sorri para mim
04. Super ego
05. Tudo Muda (com Samuel Úria)
06. Só nós dois
07. Talvez
08. Sei onde vou
09. Tu e eu
10. Lado certo do peito
11. Tua maneira
12. Dillaema
13. Como Eu (DJ Ride rework)
14. Sente
15. Fim

Samuel Cruz

in MTV em 24 de Outubro de 2014

HMB a ensaiar para o Hard Club (12 Out 2013)


HMB – Não Me Deixes Partir (Ao vivo na Rádio Comercial)


HMB – Feeling (Ao vivo na Rádio Comercial)

HMB- Duia (Ao vivo Hard Club)

HMB – Concerto Facebook “1 Motivo”

Facebook HMB
Videos YouTube HMB

Espectáculos:
Vitor Carrilho
[email protected]
Tel.: 961 932 703
Tel.: 218 444 720

OBRIGADO, BARREIRO!!! Um público incrível e ainda festejamos juntos o aniversário do David (a cara do nosso CD) 🙂 até à próxima! #sentehmb

Posted by HMB on Domingo, 10 de Maio de 2015

FAROOOOO!! Vocês nunca nos deixam ficar mal!! Obrigado pela ENORME festa que fizemos juntos!Barreiro: Estamos a caminho! Até já!

Posted by HMB on Sábado, 9 de Maio de 2015

Banda Oriente – Bailes

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Grupo Oriente

O grupo musical Oriente, é originário da região do Porto, mais concretamente de Santa Maria da Feira, já tem mais de 30 anos de historia na musica portuguesa, com alguns trabalhos gravados em CD e muitos espetáculo por todo o país. A história do grupo centra-se ainda no seu fundador e ainda integrante José Vieira que ainda vai cantando em alguns bailes uma ou outa canção. Seus filhos integram a equipa da Banda Oriente e deram continuidade ao grupo e uma nova geração produtiva com uma equipa de interpretes experientes que garantem bons resultados em qualquer festa.

Banda Oriente

• A Banda Oriente apresenta-se para esta Tour com uma formação de muita experiencia.
• A equipa de palco é composta por: 1 baterista, 1 teclista, 1 baixista, 1 guitarrista, 2 vocalistas do sexo feminino e 1 vocalista do sexo masculino, apoiados por uma equipa tecnica de 3 a 4 elementos.
• A Banda Oriente foi fundada em 1980, tem tido um percurso cheio de sucessos e enfrenta esta nova fase renovada tanto ao nivel dos músicos, som e luz de qualidade, bem como de reportório abrangente e flexível, e uma atitude em palco moderna e empenhada.
• Ao longo dos seus mais de 30 anos de atividade têm sido realizados muitos espetáculos (bailes, arraiais e todo o tipo de festejos ) de Norte a Sul do País e estrangeiro, sendo acarinhada por todos, pela sua qualidade.
• O reportório é centrado na música de baile, desde a música mais popular, à latina, brasileira, africana, “pimba”, passando também pelo pop e rock.
• Cada espetáculo tem em média 3h30m de duração ou pouco mais quando necessário.
• Todo o espetáculo é assegurado por um sistema de som e luz com 24.000 watts de som frontal e luzes à base de robótica, Leds e holofotes.
• Temos preços acessíveis e seguramente um excelente espetáculo.
• Não hesitem em contactar-nos, estaremos disponíveis para animar a vossa festa.


tel: 925215151 / 960069600

www-banda-oriente.com

Apresentação da Banda
VIDEOS

Duo Dally

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Duo Dally ao vivo é festa

A Isabelle e David formam este Duo musical que é da zona de Soure, Pombal, Condeixa, Coimbra,marchas, festas, arraiais, bailes. Musica popular, musicas populares, pimba, marchas, kizomba, kuduro, tradicionais, Bailes. Grupos Musicais para os Distritos de Coimbra, Leiria, Santarém, Castelo Branco, Viseu, Aveiro, Porto, Vila Real, Guarda, Portalegre, Lisboa, Évora, Beja, Faro e Setubal

Tu não cumpliques´

Zumba, Zumba, Zumba comigo – Duo Dally ao vivo é festa

Para sempre Tu e Eu – Dally ao vivo

Comi-lhe o Melão – Dally baile

O mundo nos chama loucos – Dally ao vivo

Dá-me um beijinho, dá-me um abraço…

Duo Dally 2016

O Duo Ideal, Musica de baile, Animação simpatia e festa. Aconselho vivamente para qualquer tipo de evento. Grupo musical muito acessível e com músicos de grande nivel (veja no Facebook)

Visite-nos no Portal de Musica Portuguesa

Visite o nosso Facebook

Ligue para espectáculos 961479169

Banda Toc e Foge

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A Banda TOC e FOGE existe desde 1 de Novembro de 1985.

Atualmente é composto por 6 músicos, entre os quais duas vocalistas, um teclista que também é vocalista, um guitarrista que também é vocalista, um baixista e um baterista + 3 ou 4 técnicos que compõem a equipa de trabalho. A banda Toc e Foge toca todo o tipo de música, essencialmente musica de baile, musica portuguesa, música brasileira, pop e rock, de forma a agradar a todos os gostos em todos os bailes que vai fazendo. Toda a equipa tem uma larga experiência na animação de festas percorrendo quase todo o território de Portugal. Dispõe de equipamento de som e iluminação próprios estando aptos para fazer sonorização de artistas e grupos. Contacte a Banda Toc e Foge, na certeza da realização de Bailes e festas a valer…

Se quer um baile bem recheado de alegria

Contacte a Banda Toc e Foge

Banda Toc e Foge

Grupo de Baile

Este grupo musical é da zona centro, Ribatejo, região de Abrantes, e está disponível para animações em festas, com musica de baile variada para dançar.

Banda Toc e Foge – Banda de Bailes, Grupos Musicais.

Banda Toc & Foge, Contactos, Banda, 914574136
Grupos Musicais, Grupos de baile, musica de baile, conjuntos musicais, bandas de baile, conjuntos de baile, Grupo Toc&Foge, Grupo Musical Toque e Foge, Arraiais, Grupo Musical, musica de baile

Tel: 914574136 – Abrantes – Portugal
+ videos Banda Toc e Foge

Tel 914574136

Contacto direto com a Banda Toc & Foge

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Belito Campos

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Belito Campos, músico, compositor, cantor e produtor nasceu em Angola de onde partiu para Portugal ainda adolescente. Formou os Tropical Band, uma banda de excelência da musica africana em Portugal
Os Tropical Band gravaram para a Editora Discossete 3 discos de grande sucesso. Quem não se lembra das musicas “Meia Noite”, “Coça, Coça”, “A Culpa é Dela”, “Sacudindo a Bunda”, “Apalpadela”,  “Eu Sou da Banda”, “Quem é Ela”, “Só Pensa Naquilo” e tantas outras que foram galardoadas com discos de Prata, Ouro e Platina. Em 1994 gravam para a editora Vidisco 3 discos. Em 2001, Belito Campos gravou a solo um disco com músicos provenientes de Portugal, Angola, Cabo-Verde, Guiné, Brasil, Cuba, Espanha e Moçambique, o novo trabalho discográfico com o título “CORES”.
Em 2007, a convite da Editora Espacial Belito Campos, grava um CD com o título “Façam barulho” com os temas “Oh Fala Bem” e “Ficam Comigo” entre outros.
Em 2010, lança um CD de nome “Fala-me de ti”. e dois anos mais tarde o álbum “Portugal é Sexy” onde se destacam as músicas ” Portugal é Sexy”, ” Joaninha Vasconcelos”, “Porquê Amor”, ” A Dança do Mata Mata”, entre outras. Navegando nos ritmos “Afro” como “Zouk” e ” Kizomba” transforma este seu mais recente trabalho num dos álbuns mais apetecíveis. Em 2015, Belito Campos surpreendeu com novo CD os temas “Portugal é sexy”, “Liga pró Belito”, “Kudebomba” “Tás ta passar” e mais. Em 2017 Belito Campos lança mais um trabalho discográfico com o título “Xibidom”. Neste novo trabalho discográfico Belito Campos canta temas como “Rola bola”, “Fim de semana”, “Cola-te em mim”, “Pára Aí “, “Tonta” ou o tema Xibidom que dá nome a este novo cd. O Afro Dance, a Kizomba, o Merengue e o Semba estão bem vincados nesta produção. Um álbum cuidadosamente elaborado e gravado com os mais credibilizados produtores desta área musical. Na gíria das festas, romarias e conversas entre amigos o termo “Xibidom” tem vários significados, como: Coisa boa, tudo bem, gente boa, positivo, sucesso, alto astral entre muitos outros, sempre com a ideia de reforçar algo que se apresenta como muito bom. Belito Campos é um dos cantores africanos em Portugal com mais Cd’s vendidos … Recentemente em Portugal alcançou o Disco de Platina. (in site oficial)

Espectaculos (info)
Tel: 961479169

BELITO CAMPOS

Mariza

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Biografia Mariza

(resumo)

Nenhum outro artista português desde Amália Rodrigues construiu uma carreira internacional com semelhante sucesso, acumulando êxito após êxito nos palcos mundiais de maior prestígio, referências entusiásticas dos críticos musicais mais exigentes e uma sucessão infindável de prémios e distinções internacionais. Como sempre, os seus parceiros musicais continuam a ser apenas os melhores: Jacques Morelenbaum e John Mauceri, José Merced e Miguel Poveda, Gilberto Gil e Ivan Lins, Lenny Kravitz e Sting, Cesária Évora e Tito Paris, Rui Veloso e Carlos do Carmo. E o seu repertório, embora permaneça firmemente ancorado no Fado clássico e contemporâneo, expandiu-se para incluir mornas cabo-verdianas, clássicos do Rhythm & Blues e quaisquer outras melodias que lhe sejam queridas.

Nos últimos doze anos, Mariza ultrapassou já de muito longe a fase em que poderia constituir apenas um mero episódio exótico na cena da World Music, capaz de ser substituído por qualquer novo fenómeno colorido que aparecesse num outro canto geográfico do mercado da indústria discográfica. Provou ser já uma grande artista internacional, de forte originalidade e de enorme talento, de quem muito há que esperar no futuro. A menina de Moçambique criada no bairro popular lisboeta da Mouraria apropriou-se das raízes da sua cultura musical e converteu-se numa artista universal capaz de se abrir ao mundo sem perder a consciência intensa da sua identidade portuguesa. E o público português é o primeiro a reconhecer o seu triunfo e a pagar-lhe com um amor e uma gratidão sem limites.

in oficial site

Mariza

Ana Moura

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Ana Moura – Biografia

Ana Moura – Um Fado com Mundo

 

Não há outra voz no fado como a de Ana Moura. Uma voz que se passeia pela tradição livremente, sem deixar de flirtar elegantemente com a música pop, alargando de uma forma muito pessoal o raio de acção da canção de Lisboa. Mas aquilo que a distingue é não apenas um timbre grave e sensual como há poucos – Ana Moura transforma instantaneamente em fado qualquer melodia a que encoste a sua voz. É um rastilho imediato, uma explosão emocional disparada sem contemplações ao coração de quem a ouve.

 

Fausto, José Afonso, Ruy Mingas, música angolana e fado. Era isto que se cantava nos serões da família Moura, em Coruche, era Ana Moura apenas uma catraia – nasceu numa outra localidade ribatejana, Santarém, em 1979 – com gosto pelas cantorias. Os pais cantavam, toda a família materna cantava e qualquer motivo de reunião familiar terminava com um festejo sob a forma de música. Embora cantasse de tudo, Ana começava já a sentir que, por alguma razão, tinha um carinho especial pelo fado. Aos seis anos cantava já o seu primeiro fado, “Cavalo Ruço”, enquanto ouvia frequentemente a mãe trautear “O Xaile de Minha Mãe”. Depois, veio a adolescência e deixou o fado adormecido. E despertou para outros tipos de música, mais condizentes com a idade e as amizades liceais.

 

É com essa curiosidade por outras músicas, em plena adolescência de descobertas e rebeldias, que Ana Moura chega a Carcavelos, com 14 anos, para fazer o 10º ano. Chega não para cantar, mas para estudar, inscrevendo-se então na Academia dos Amadores de Música. Mas é aos colegas de escola que se junta para a primeira banda. Apesar de cantar outros géneros, a verdade é que, deixada à sua sorte, a voz de Ana rapidamente se cola ao registo fadista e, assim, mesmo com grupos de rock vai conseguindo incluir um ou dois fados no reportório – habitualmente, “Povo que Lavas no Rio”, de Amália, nessa fase a sua referência máxima enquanto intérprete.

 

A experiência com essa banda de covers, os Sexto Sentido, acaba depois por conduzir ao início de gravações de um disco pop/rock com o músico Luís Oliveira, cujo lançamento fazia parte da agenda da multinacional Universal. O disco, no entanto, não chega a ser terminado. Entra em cena o destino e leva Ana Moura a um bar em Carcavelos onde cede à tentação e canta um fado. Presente na sala, o guitarrista António Parreira, de tão impressionado, toma-a pela mão e leva-a a várias casas de fado. Até ao momento em que, numa festa de Natal de músicos e fadistas, Ana Moura é levada ao convívio daqueles que haveriam de habitar as suas noites daí em diante e é convidada a cantar. Desta vez, é Maria da Fé, co-proprietária da prestigiada casa de fados Senhor Vinho, quem não resiste àquele talento em bruto. Aos aplausos, Maria da Fé junta o convite para cantar na sua casa.

 

É precisamente nesses ambientes nocturnos, do Senhor Vinho mas também das outras casas de fados que começa a frequentar, que se dá a verdadeira escola do seu canto. Antes, Ana Moura cantava o fado porque sim, porque a intuição lhe mandava, porque a boca lhe fugia para ali. Agora, os ensinamentos dos mais experientes – sobretudo Maria da Fé e Jorge Fernando – dão-lhe outros porquês, sem lhe matar a espontaneidade.

 

Essa paixão manifesta-se de tal maneira que rapidamente conquista Miguel Esteves Cardoso (MEC). Antes sequer de as editoras ouvirem falar no seu nome, é a escrita de MEC que serve de amplificador para a notícia do talento da jovem fadista, depois de a ouvir e ver actuar num programa de António Pinto Basto na RTP1 chamado Fados de Portugal. É inclusivamente depois de ler as palavras enlevadas de MEC noIndependente que Tozé Brito, administrador da Universal, vai ao Senhor Vinho à descoberta daquela voz que conhecia apenas dos Sexto Sentido. Não demora a propor-lhe a gravação do primeiro disco.

 

Para a produção do álbum de estreia, Guarda-me a Vida na Mão (2003), é chamado Jorge Fernando. Além de comandar a direcção artística do álbum, o músico é igualmente responsável por seis dos 15 temas gravados, um dos quais é assumido pela cantora como o seu BI musical – “Sou do Fado, Sou Fadista”. A cumplicidade entre os dois há-de manter-se nos discos seguintes. Logo aí, fica evidente que o fado de Ana Moura comporta uma elasticidade rara, convocando participações de gente como os Ciganos d’Ouro e Pedro Jóia, e instrumentos com o cajon e a guitarra de flamenco. Mas o essencial mantém-se intocado: a tradição não arreda pé. A recepção, crítica e de público, a Guarda-me a Vida na Mão é de um entusiasmo que não deixa dúvidas e Ana Moura começa de imediato a tornar-se presença recorrente nos palcos portugueses e, progressivamente, também nos internacionais.

 

Aconteceu, em 2004, é a continuação lógica do disco de estreia. Tratando-se de um álbum duplo, revela uma surpreendente ambição por parte da cantora, ao mesmo tempo que vinca com uma espantosa confiança a certeza do seu caminho: a convivência natural entre o fado mais apegado à tradição e uma forma muito pessoal e convicta de lhe exigir contemporaneidade.

 

A carreira de Ana Moura começa a ganhar um tamanho fôlego que a fadista acaba por abandonar o Senhor Vinho, a fim de poder dar resposta aos muitos convites que vai recebendo para tocar fora do país. Essa falta é mais tarde colmatada pela integração do elenco de uma nova casa de fados, em Alfama, de nome Casa de Linhares – Bacalhau de Molho. A internacionalização leva então Ana Moura a actuar na mítica sala Carnegie Hall, em Nova Iorque, em Fevereiro de 2005.

 

Do outro lado do mundo, o saxofonista dos Rolling Stones Tim Ries entra na Tower Records de Tóquio à procura de discos de fado. Leva já na cabeça a ideia de incluir uma fadista no segundo volume do Rolling Stones Project, um projecto por si liderado que convida gente de outras marés musicais a interpretar temas dos Stones em colaboração com um dos históricos músicos da banda. Compra três CD às escuras, por mero instinto, e foi amor à primeira audição. Para o disco, Ana grava “Brown Sugar” e “No Expectations”. Ao vivo, interpreta este último com os Stones no Estádio Alvalade XXI. A partir daí, em várias ocasiões, as digressões de Ana Moura e dos Rolling Stones coincidem nos mesmos sítios. Numa delas, em São Francisco, Ries liga para a fadista e mostra-lhe uma música que compôs a pensar na sua voz. “Velho Anjo”, entraria no disco seguinte de Ana Moura, Para Além da Saudade (2007), depois de “afadistado” por um arranjo de Jorge Fernando.

 

Um dos trunfos de Para Além da Saudade, aliás, seria a rara participação de Fausto num disco alheio. Ana, que crescera a ouvir o autor de Por Este Rio Acima, perdeu a vergonha e pediu-lhe uma composição. Outra das autoras convidadas, desta vez a compor expressamente para si, foi Amélia Muge. A troca com outras culturas ficou então por conta de um dueto com o histórico cantor espanhol Patxi Andión. Tim Ries, além de autor, deixaria também o seu saxofone impresso em dois temas do disco – “Velho Anjo” e “A Sós com a Noite”.

 

Graças ao tema “Os Búzios”, de Jorge Fernando, o sucesso de Para Além da Saudade havia de escalar até níveis inéditos na carreira de Ana Moura, acabando por gozar de dois grandes momentos de consagração em Portugal através da actuação nos Coliseus de Lisboa e do Porto. O álbum trar-lhe-ia ainda o Prémio Amália Rodrigues.

 

Após o sucesso gigantesco de Para Além da Saudade – há 70 semanas na tabela dos mais vendidos quando o quarto álbum chega às lojas –, a edição de Leva-me aos Fados (2009) é saudada quase de imediato com a obtenção do galardão de platina. Como habitualmente, é produzido por Jorge Fernando e conta com letras de Tozé Brito, Manuela de Freitas, Mário Rainho e Nuno Miguel Guedes, assim como uma composição original de José Mário Branco. O álbum inclui mais uma criação encomendada à inventividade de Amélia Muge. “Não É Um Fado Normal” conta com a participação dos Gaiteiros de Lisboa e vinca o percurso distinto da fadista, de resto evidente logo no próprio título.

 

Em Maio de 2009, após um primeiro contacto telefónico, Prince desloca-se propositadamente a Paris para presenciar à sua frente o charme da fadista na sala La Cigale. A 18 de Julho de 2010, Ana Moura volta a colocar o fado num grande espectáculo do universo pop/rock, ao subir ao palco com Prince no encore do concerto do músico no Festival Super Bock Super Rock, no Meco. Juntos interpretam uma versão em português de “Walk in Sand” e o fado tradicional “Vou Dar de Beber à Dor”.

 

Em Setembro de 2010, Ana Moura aceita o convite da Frankfurt Radio Bigband para cantar em dois concertos na cidade alemã, sendo a parceria repetida, mas desta feita em sentido inverso, quando a fadista chama a orquestra de jazz a acompanhá-la, em Abril de 2011, no seu regresso aos Coliseus de Lisboa e Porto. Para Ana Moura, é um momento de celebração de um ano marcado pela vitória de um Globo de Ouro, pela presença nos tops de vendas da Billboard e da Amazon e pela nomeação enquanto Artista do Ano para os prémios da revista inglesa Songlines. Passados escassos meses, em Agosto, sobe ao palco do festival Back2Black, no Rio de Janeiro, ao lado de Gilberto Gil, com quem interpreta o “Fado Tropical” de Chico Buarque.

 

Para 2012, ano em que Ana Moura participa no disco de homenagem a Caetano Veloso com uma versão de “Janelas Abertas nº2”, produzida por José Mário Branco, a cantora guarda uma pequena mudança na sua linguagem musical. Em novembro lança em Portugal o seu 5.º álbum de originais “Desfado”, que representa um momento de viragem na sua carreira, e apresenta o seu mais recente trabalho em salas esgotadas por Portugal.

 

Em 2013 “Desfado” é editado em vários países. Ana Moura continua a digressão nacional e inicia a internacional passando pela Suíça, Alemanha, França, Espanha, Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Holanda, Bélgica, entre outros.

 

Do seu canto, sabemos apenas que nasceu no fado. Nunca saberemos onde termina.

(in Site Oficial)

[conteúdo: RTP1] Ana Moura canta o tema “Desfado”, ao vivo, no programa “5 Para a Meia Noite” 21/11/2012 (letra e música de Pedro da Silva Martins) LETRA:
Quer o destino que eu não creia no destino

Ana Moura – “DESFADO” (ao vivo no 5 para a meia-noite)

Voir toutes les vidéos du Live : http://lefigaro.fr/musique/le-live/
Ana Moura interprète “Ate ao Verao” pour Le Live, l’émission musicale du Figaro.

Ana Moura – Ate ao Verão

Centro Cultural de Belém, Lisboa (2007)

Ana Moura

Entrevista

Ana Moura é do fado, é fadista
Por Priscila Roque

Ela tem pouco mais de 30 anos e uma voz tão versátil que foi capaz de impressionar até os músicos da banda inglesa Rolling Stones.

Para dar início ao especial sobre fado contemporâneo do SaraivaConteúdo, escolhemos essa cantora: Ana Moura

Ana possui uma beleza notória, mas quando entoa as notas iniciais de um dos seus primeiros temas, “Sou do Fado, Sou Fadista”, do disco Guarda-me a Vida na Mão, a paixão é que se destaca.

Natural de Santarém, a cerca de 80 quilômetros de Lisboa, a fadista soma quatro álbuns de estúdio lançados – Guarda-me a Vida na Mão (2003), Aconteceu (2004), Para Além da Saudade (2007) e Leva-me aos Fados (2009) –, além de um registro ao vivo – Coliseu (2008).

No ano passado, ela esteve no Brasil para participar do festival Back2Black e dividiu o palco com Gilberto Gil para cantar “A Novidade”.

O fado entrou naturalmente em sua vida. Ainda na infância, sentia a influência do estilo pelos discos que seus pais ouviam. Entretanto, as primeiras músicas que cantou profissionalmente eram de pop rock.

O que Ana Moura não imaginava é que mesmo migrando definitivamente para o fado, ainda seria convidada por Mick Jagger e companhia para cantar duas músicas do repertório da banda, à sua maneira.

O SaraivaConteúdo a convidou para contar mais sobre essa experiência e a aceitação do fado por culturas do resto do mundo.

A sua estreia foi em uma casa de fado. Entretanto, hoje você lota casas de shows no mundo todo e até já se apresentou em estádios de futebol. Há um local ideal para se cantar o fado?

Ana Moura. Não defendo que exista um lugar ideal para cantar fado. Normalmente, dizemos que o fado acontece e pode ser nos espaços mais inesperados. É uma questão de alma e do momento que se cria entre os fadistas, músicos e o público presente.

Todos os seus discos são compostos de canções em português. Nos próximos, você pensa em gravar em uma nova língua, já que tem fãs espalhados pelo mundo?

Ana Moura. É uma possibilidade que não posso excluir. Eu sou fadista e defino-me como tal, mas acho que a minha música e o fado só têm a ganhar com o cruzamento de outras linguagens musicais e até, porque não, com outros idiomas.

Como você observa esse interesse tão grande pelo fado de povos com culturas tão diferentes da portuguesa?

Ana Moura. O fado é uma alternativa a quem procura música que foge ao que mais se escuta e se faz no mundo inteiro. O fato de ser um gênero com particularidades diferentes, nomeadamente o som da guitarra portuguesa e a interpretação intensa e profunda do fadista, acaba por atrair muita gente.

Como é trabalhar com Jorge Fernando, um dos maiores compositores da música portuguesa, que esteve tantos anos com Amália Rodrigues?

Ana Moura. O Jorge Fernando é um músico completo: compõe grandes músicas, poemas, é responsável por alguns dos clássicos que já pertencem à historia do fado, é um belíssimo cantor e um excelente produtor. Ele trabalhou com as vozes que mais marcaram a geração anterior, como Amália Rodrigues e Fernando Mauricio. Fazendo parte de uma geração mais recente, ainda conseguiu trazer aos fadistas da atualidade, como eu e o Camané, a bagagem que os artistas anteriores lhe ensinaram, mas com uma roupagem mais fresca.

Você cantou ao lado dos Rolling Stones as músicas “Brown Sugar” e “No Expectations” em um show da banda em Portugal, além de ter gravado as mesmas canções para o saxofonista Tim Ries. O que um projeto como esse significa em sua trajetória?

Ana Moura. Para mim, significa o apreço que, cada vez mais, músicos de áreas completamente distintas têm pelo nosso fado. E, na minha trajetória, tem-se traduzido nas influências que me trouxeram e fazendo com que um público não muito atento ao fado me conheça e me siga cada vez mais de perto.

O fado saiu de Portugal com Amália Rodrigues e, a cada década, ganhou um espaço diferente no mundo. O que mudou nessa transformação do fado moderno para o contemporâneo?

Ana Moura. Todas as gerações sofrem evoluções naturais. O fado vive muito da escolha da poesia e, sendo esta mais contemporânea, faz com que haja uma mudança e, obviamente, como tudo o que vemos, sentimos, experimentamos, nos influencia musicalmente e acaba por haver também uma evolução e transformação naturais.

Diversos fadistas passam mais tempo em turnê no exterior do que em Portugal. O fado poderia ter um espaço diferente no país?

Ana Moura. O fado tem muito espaço em Portugal. Os portugueses gostam muito de fado, e as tabelas de vendas dizem isso mesmo. Eu, por exemplo, não posso me queixar da forma como o meu país me trata. Acontece que o fado também é muito querido um pouco por todo o mundo, e isso faz com que, no meu caso concreto, nem sempre possa atuar em Portugal porque passo, de fato, muito tempo em concertos no estrangeiro.

No ano passado, você dividiu o palco com Gilberto Gil. A música brasileira faz parte de suas influências?

Ana Moura. A música brasileira faz grande parte das minhas influências. Os meus pais sempre tiveram muita música brasileira em casa e tive logo o privilégio de iniciar o meu gosto pela música com a preponderância de grandes artistas como Chico Buarque, Caetano Veloso, Elis Regina, Gilberto Gil, Milton Nascimento, Nana Caymmi e muitos outros.

O que o fado significa hoje em sua vida?

Ana Moura. O fado sempre esteve muito presente na minha vida, começou por ser partilhado pelos meus pais nas tertúlias que faziam com os amigos ao fim de semana e, como foi um gênero que me marcou muito, mesmo cantando outros estilos, o fado estava sempre lá. Hoje, o fado é a minha forma de estar na vida, não consigo dissociar o fato de ser fadista em nada do que faço ou sou.
(in Saraiva Conteudo Brasil)

Ana Moura – Nao hesitava um segundo in Belfast

Ana Moura in Elmwood Hall, Belfast. Belfast Festival at Queen’s 29th of October 2011.
Video

JÔ SOARES ENTREVISTA ANA MOURA – 24/08/2011

Ana Moura canta ao vivo no programa do Gordo

ANA MOURA EM MAÇÃO, FINAL DE CONCERTO INÉDITO

Imagens do final do concerto de Ana Moura, fora do que é comum.
Video publicado em 06/07/2014

Ana Moura,Antonio Zambujo ‘Desfado’

video captado no Concert o do Coliseu de Lisboa 19/03/2014

Ana Moura, Antonio Zambujo ‘Desfado’

Concerto do Coliseu de Lisboa 19/03/2014

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