Ana Moura ao vivo

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Ana Moura ao vivo

Ana Moura – Biografia

Ana Moura – Um Fado com Mundo

 

Não há outra voz no fado como a de Ana Moura. Uma voz que se passeia pela tradição livremente, sem deixar de flirtar elegantemente com a música pop, alargando de uma forma muito pessoal o raio de acção da canção de Lisboa. Mas aquilo que a distingue é não apenas um timbre grave e sensual como há poucos – Ana Moura transforma instantaneamente em fado qualquer melodia a que encoste a sua voz. É um rastilho imediato, uma explosão emocional disparada sem contemplações ao coração de quem a ouve.

 

Fausto, José Afonso, Ruy Mingas, música angolana e fado. Era isto que se cantava nos serões da família Moura, em Coruche, era Ana Moura apenas uma catraia – nasceu numa outra localidade ribatejana, Santarém, em 1979 – com gosto pelas cantorias. Os pais cantavam, toda a família materna cantava e qualquer motivo de reunião familiar terminava com um festejo sob a forma de música. Embora cantasse de tudo, Ana começava já a sentir que, por alguma razão, tinha um carinho especial pelo fado. Aos seis anos cantava já o seu primeiro fado, “Cavalo Ruço”, enquanto ouvia frequentemente a mãe trautear “O Xaile de Minha Mãe”. Depois, veio a adolescência e deixou o fado adormecido. E despertou para outros tipos de música, mais condizentes com a idade e as amizades liceais.

 

É com essa curiosidade por outras músicas, em plena adolescência de descobertas e rebeldias, que Ana Moura chega a Carcavelos, com 14 anos, para fazer o 10º ano. Chega não para cantar, mas para estudar, inscrevendo-se então na Academia dos Amadores de Música. Mas é aos colegas de escola que se junta para a primeira banda. Apesar de cantar outros géneros, a verdade é que, deixada à sua sorte, a voz de Ana rapidamente se cola ao registo fadista e, assim, mesmo com grupos de rock vai conseguindo incluir um ou dois fados no reportório – habitualmente, “Povo que Lavas no Rio”, de Amália, nessa fase a sua referência máxima enquanto intérprete.

 

A experiência com essa banda de covers, os Sexto Sentido, acaba depois por conduzir ao início de gravações de um disco pop/rock com o músico Luís Oliveira, cujo lançamento fazia parte da agenda da multinacional Universal. O disco, no entanto, não chega a ser terminado. Entra em cena o destino e leva Ana Moura a um bar em Carcavelos onde cede à tentação e canta um fado. Presente na sala, o guitarrista António Parreira, de tão impressionado, toma-a pela mão e leva-a a várias casas de fado. Até ao momento em que, numa festa de Natal de músicos e fadistas, Ana Moura é levada ao convívio daqueles que haveriam de habitar as suas noites daí em diante e é convidada a cantar. Desta vez, é Maria da Fé, co-proprietária da prestigiada casa de fados Senhor Vinho, quem não resiste àquele talento em bruto. Aos aplausos, Maria da Fé junta o convite para cantar na sua casa.

 

É precisamente nesses ambientes nocturnos, do Senhor Vinho mas também das outras casas de fados que começa a frequentar, que se dá a verdadeira escola do seu canto. Antes, Ana Moura cantava o fado porque sim, porque a intuição lhe mandava, porque a boca lhe fugia para ali. Agora, os ensinamentos dos mais experientes – sobretudo Maria da Fé e Jorge Fernando – dão-lhe outros porquês, sem lhe matar a espontaneidade.

 

Essa paixão manifesta-se de tal maneira que rapidamente conquista Miguel Esteves Cardoso (MEC). Antes sequer de as editoras ouvirem falar no seu nome, é a escrita de MEC que serve de amplificador para a notícia do talento da jovem fadista, depois de a ouvir e ver actuar num programa de António Pinto Basto na RTP1 chamado Fados de Portugal. É inclusivamente depois de ler as palavras enlevadas de MEC noIndependente que Tozé Brito, administrador da Universal, vai ao Senhor Vinho à descoberta daquela voz que conhecia apenas dos Sexto Sentido. Não demora a propor-lhe a gravação do primeiro disco.

 

Para a produção do álbum de estreia, Guarda-me a Vida na Mão (2003), é chamado Jorge Fernando. Além de comandar a direcção artística do álbum, o músico é igualmente responsável por seis dos 15 temas gravados, um dos quais é assumido pela cantora como o seu BI musical – “Sou do Fado, Sou Fadista”. A cumplicidade entre os dois há-de manter-se nos discos seguintes. Logo aí, fica evidente que o fado de Ana Moura comporta uma elasticidade rara, convocando participações de gente como os Ciganos d’Ouro e Pedro Jóia, e instrumentos com o cajon e a guitarra de flamenco. Mas o essencial mantém-se intocado: a tradição não arreda pé. A recepção, crítica e de público, a Guarda-me a Vida na Mão é de um entusiasmo que não deixa dúvidas e Ana Moura começa de imediato a tornar-se presença recorrente nos palcos portugueses e, progressivamente, também nos internacionais.

 

Aconteceu, em 2004, é a continuação lógica do disco de estreia. Tratando-se de um álbum duplo, revela uma surpreendente ambição por parte da cantora, ao mesmo tempo que vinca com uma espantosa confiança a certeza do seu caminho: a convivência natural entre o fado mais apegado à tradição e uma forma muito pessoal e convicta de lhe exigir contemporaneidade.

 

A carreira de Ana Moura começa a ganhar um tamanho fôlego que a fadista acaba por abandonar o Senhor Vinho, a fim de poder dar resposta aos muitos convites que vai recebendo para tocar fora do país. Essa falta é mais tarde colmatada pela integração do elenco de uma nova casa de fados, em Alfama, de nome Casa de Linhares – Bacalhau de Molho. A internacionalização leva então Ana Moura a actuar na mítica sala Carnegie Hall, em Nova Iorque, em Fevereiro de 2005.

 

Do outro lado do mundo, o saxofonista dos Rolling Stones Tim Ries entra na Tower Records de Tóquio à procura de discos de fado. Leva já na cabeça a ideia de incluir uma fadista no segundo volume do Rolling Stones Project, um projecto por si liderado que convida gente de outras marés musicais a interpretar temas dos Stones em colaboração com um dos históricos músicos da banda. Compra três CD às escuras, por mero instinto, e foi amor à primeira audição. Para o disco, Ana grava “Brown Sugar” e “No Expectations”. Ao vivo, interpreta este último com os Stones no Estádio Alvalade XXI. A partir daí, em várias ocasiões, as digressões de Ana Moura e dos Rolling Stones coincidem nos mesmos sítios. Numa delas, em São Francisco, Ries liga para a fadista e mostra-lhe uma música que compôs a pensar na sua voz. “Velho Anjo”, entraria no disco seguinte de Ana Moura, Para Além da Saudade (2007), depois de “afadistado” por um arranjo de Jorge Fernando.

 

Um dos trunfos de Para Além da Saudade, aliás, seria a rara participação de Fausto num disco alheio. Ana, que crescera a ouvir o autor de Por Este Rio Acima, perdeu a vergonha e pediu-lhe uma composição. Outra das autoras convidadas, desta vez a compor expressamente para si, foi Amélia Muge. A troca com outras culturas ficou então por conta de um dueto com o histórico cantor espanhol Patxi Andión. Tim Ries, além de autor, deixaria também o seu saxofone impresso em dois temas do disco – “Velho Anjo” e “A Sós com a Noite”.

 

Graças ao tema “Os Búzios”, de Jorge Fernando, o sucesso de Para Além da Saudade havia de escalar até níveis inéditos na carreira de Ana Moura, acabando por gozar de dois grandes momentos de consagração em Portugal através da actuação nos Coliseus de Lisboa e do Porto. O álbum trar-lhe-ia ainda o Prémio Amália Rodrigues.

 

Após o sucesso gigantesco de Para Além da Saudade – há 70 semanas na tabela dos mais vendidos quando o quarto álbum chega às lojas –, a edição de Leva-me aos Fados (2009) é saudada quase de imediato com a obtenção do galardão de platina. Como habitualmente, é produzido por Jorge Fernando e conta com letras de Tozé Brito, Manuela de Freitas, Mário Rainho e Nuno Miguel Guedes, assim como uma composição original de José Mário Branco. O álbum inclui mais uma criação encomendada à inventividade de Amélia Muge. “Não É Um Fado Normal” conta com a participação dos Gaiteiros de Lisboa e vinca o percurso distinto da fadista, de resto evidente logo no próprio título.

 

Em Maio de 2009, após um primeiro contacto telefónico, Prince desloca-se propositadamente a Paris para presenciar à sua frente o charme da fadista na sala La Cigale. A 18 de Julho de 2010, Ana Moura volta a colocar o fado num grande espectáculo do universo pop/rock, ao subir ao palco com Prince no encore do concerto do músico no Festival Super Bock Super Rock, no Meco. Juntos interpretam uma versão em português de “Walk in Sand” e o fado tradicional “Vou Dar de Beber à Dor”.

 

Em Setembro de 2010, Ana Moura aceita o convite da Frankfurt Radio Bigband para cantar em dois concertos na cidade alemã, sendo a parceria repetida, mas desta feita em sentido inverso, quando a fadista chama a orquestra de jazz a acompanhá-la, em Abril de 2011, no seu regresso aos Coliseus de Lisboa e Porto. Para Ana Moura, é um momento de celebração de um ano marcado pela vitória de um Globo de Ouro, pela presença nos tops de vendas da Billboard e da Amazon e pela nomeação enquanto Artista do Ano para os prémios da revista inglesa Songlines. Passados escassos meses, em Agosto, sobe ao palco do festival Back2Black, no Rio de Janeiro, ao lado de Gilberto Gil, com quem interpreta o “Fado Tropical” de Chico Buarque.

 

Para 2012, ano em que Ana Moura participa no disco de homenagem a Caetano Veloso com uma versão de “Janelas Abertas nº2”, produzida por José Mário Branco, a cantora guarda uma pequena mudança na sua linguagem musical. Em novembro lança em Portugal o seu 5.º álbum de originais “Desfado”, que representa um momento de viragem na sua carreira, e apresenta o seu mais recente trabalho em salas esgotadas por Portugal.

 

Em 2013 “Desfado” é editado em vários países. Ana Moura continua a digressão nacional e inicia a internacional passando pela Suíça, Alemanha, França, Espanha, Estados Unidos, Canadá, Inglaterra, Holanda, Bélgica, entre outros.

 

Do seu canto, sabemos apenas que nasceu no fado. Nunca saberemos onde termina.

Ana Moura Oficial


Ana Moura *2015 Berlin* Haus der Kulturen der Welt Full Concert
2015.3.10 Live @ Berlin Haus der Kulturen der Welt
Ana Moura ao vivo na Alemanha 2015

Ana Moura – “Desfado” (ao vivo no 5 para a meia-noite)

[conteúdo: RTP1] Ana Moura canta o tema “Desfado”, ao vivo, no programa “5 Para a Meia Noite” 21/11/2012 (letra e música de Pedro da Silva Martins) LETRA:
Quer o destino que eu não creia no destino
E o meu fado é nem ter fado nenhum
Cantá-lo bem
sem sequer o ter sentido
Senti-lo como ninguém
mas não ter sentido algum

Ai que tristeza, esta minha alegria
Ai que alegria, esta tão grande tristeza
Esperar que um dia
eu não espere mais um dia
por aquele que nunca vem
e aqui esteve presente

Ai que saudade que eu tenho de ter saudade
Saudades de ter alguém que aqui está e não existe
Sentir-me triste só por me sentir tão bem
E alegre sentir-me bem só por eu andar tão triste

Ai se eu pudesse não cantar “ai se eu pudesse”,
e lamentasse não ter mais nenhum lamento
Talvez ouvisse
no silêncio que fizesse
uma voz que fosse a minha
a cantar alguém cá dentro

Ai que desgraça, esta sorte que me assiste
Ai mas que sorte eu viver tão desgraçada
Na incerteza
que nada mais certo existe
além da grande certeza
de não estar certa de nada

Ai que saudade que eu tenho de ter saudade
Saudades de ter alguém que aqui está e não existe
Sentir-me triste só por me sentir tão bem
E alegre sentir-me bem só por eu andar tão triste

Ana Moura canta o tema “E tu Gostavas de Mim” (álbum DESFADO 2012), ao vivo, no programa “5 Para a Meia Noite” 21/11/2012 (letra e música de Miguel Araújo)´

E Tu Gostavas de Mim
Ana Moura
Compositor: Miguel Araújo Jorge
x
PlayPLAYLetra
Aviões no céu a mil
Banda larga em Arganil
Argonautas, foguetões
Fogos, factos, e neutrões
Nitro, super, combustão
Consta em Santa Comba Dão
Dão-se destas situações
Milagres e aparições
Dava-se outro caso assim
E tu gostavas de mim

Pode um rebento em Belém
Ser filho mas só da mãe
Multiplicação do pão
Boavista campeão
Automóveis sem motor
Motociclos a vapor
Se não tem divina mão
E acontece tudo em vão
Dava-se outro caso assim
E tu gostavas de mim

Lei e ordem no Brasil
Ciber-espaço em Contumil
Cães em naves espaciais
Micro-chips em cães normais
Micro-sondas em Plutão
Dentro da televisão
Situações paranormais
Para nós mais que banais
Não era pedir demais
E tu gostavas de mim

Concertos Ana Moura

Concerto da Ana Moura – Coliseu do Porto 26-01-2013 – Os Búzios

Ana Moura ao vivo Os Búzios – Coliseu do Porto – dia 26 de Janeiro de 2013 (26-01-2013)

Havia a solidão da prece num olhar triste,
Como se os seus olhos fossem as portas do pranto.
Sinal da cruz que persiste, os dedos contra o quebranto
E os búzios que a velha lançava sobre um velho manto.

REFRÃO:
À espreita está um grande amor, mas guarda segredo.
Vazio tens o teu coração na ponta do medo.
Vê como os búzios cairam virados p’ra Norte.
Pois eu vou mexer no destino, vou mudar-te a sorte.
Pois eu vou mexer no destino, vou mudar-te a sorte.

Havia um desespero intenso na sua voz.
O quarto cheirava a incenso mais uns quantos pós.
A velha agitava o lenço, dobrou-o, deu-lhe dois nós,
E o seu Pai de Santo falou usando-lhe a voz.

REFRÃO:
À espreita está um grande amor, mas guarda segredo.
Vazio tens o teu coração na ponta do medo.
Vê como os búzios cairam virados p’ra Norte.
Pois eu vou mexer no destino, vou mudar-te a sorte.
Pois eu vou mexer no destino, vou mudar-te a sorte.

REFRÃO:
À espreita está um grande amor, mas guarda segredo.
Vazio tens o teu coração na ponta do medo.
Vê como os búzios cairam virados p’ra Norte.
Pois eu vou mexer no destino, vou mudar-te a sorte.
Pois eu vou mexer no destino, vou mudar-te a sorte.
Pois eu vou mexer no destino, vou mudar-te a sorte.
(letra da canção Os Búzios)

Ana Moura the movie by Carlouche


Ana Moura – Desfado – Le Live
Ana Moura interprète “Desfado” pour Le Live, l’émission musicale du Figaro.


MAÇÃO FEIRA MOSTRA 2014 ANA MOURA AO VIVO
Imagens do concerto que encerrou 21ª Feira Mostra de Mação.

Ana Moura põe o Ângelo Freire a cantar, e não só num ritual de convivência do fado

ANA MOURA EM MAÇÃO, FINAL DE CONCERTO INÉDITO

Ana Moura na Wkipedia

Discos Ana Moura

Discografia
Álbuns de estúdio[editar | editar código-fonte]
2003 – “Guarda-me A Vida Na Mão” (Universal)
2004 – “Aconteceu” (Universal, CD duplo)
2007 – “Para Além da Saudade” (Universal)
2009 – “Leva-me aos Fados” (Universal)
2011 – “Ana Moura (BOX)” (Universal)
2012 – “Desfado” (Universal)
Álbuns ao vivo[editar | editar código-fonte]
2008 – “Coliseu” (Universal, DVD+CD)

Participações em outros discos
O seguinte é uma lista de faixas que não se encontram em álbuns de Ana Moura e que aparecem em compilações, tributos e álbuns de outros artistas:

2004 – “Fado Varina” (in ‘Novo Homem na Cidade’ (tributo a Carlos do Carmo), Universal)
2004 – “Filha das Ervas” (in ‘A Tribute to Amália Rodrigues’, World Connection)
2004 – “Amor Em Tons De Sol Maior” (in ‘Álbum Branco do Fado’, CNM)
2005 – “De Nua” [com Sara Tavares] (in ‘Balancé’, World Connection)
2008 – “No Expectations” / “Brown Sugar” (in ‘Stones World – The Rolling Stones Project II, Sunny Side, Tames Records)
2011 – “Pássaro Voz” [com Fernando Alvim] (in ‘Os Fados e as Canções do Alvim’, Universal)
2012 – “Janelas Abertas nº 2” (in ‘A Tribute to Caetano Veloso’, Universal)
2013 – “Novo Fado Alegre” [com Carlos do Carmo] (in ‘Fado é Amor’, Universal)
2013 – “Sabe Deus” [com Idan Raichel] (in ‘Quarter to Six, Cumbancha)

Antologias

2012 – “O Melhor do Fado – Ana Moura” (Planeta DeAgostini)
Caso Arrumado / E Viemos Nascidos do Mar / O que Foi que Aconteceu / Águas Passadas / Porque Teimas Nesta Dor / Guarda-me a Vida na Mão / Mapa do Coração / Os Búzios / Às Vezes / Venho Falar dos Meus Medos / No Expectations / Não é Um Fado Normal
(+)

CD Desfado

DESFADO
2012 – Universal Music
Desfado, o 5.º álbum originais de Ana Moura, representa um momento de viragem na carreira da artista.

A fadista apostou em nomes da nova geração de compositores nacionais como Manel Cruz (Ornatos Violeta), Márcia, Pedro da Silva Martins (Deolinda), Miguel Araújo (Azeitonas), Luísa Sobral e António Zambujo e em nomes consagrados da música portuguesa como Aldina Duarte, Tozé Brito, Manuela de Freitas e Pedro Abrunhosa para a criação dos temas. Para a produção Ana Moura foi buscar Larry Klein, o multi-galardoado produtor norte-americano que no seu currículo tem trabalhos com Joni Mitchell, Herbie Hancock – que tem uma participação especial em Desfado – Madeleine Peyroux, Melody Gardot, Tracy Chapman, entre muitos outros.

No palco Ana Moura contará com a participação de Ângelo Freire (guitarra portuguesa), Pedro Soares (viola de fado), André Moreira (baixo e contrabaixo), João Gomes (teclados) e Mário Costa (bateria e percussões).
01. Desfado
02. Amor Afoito
03. Até Ao Verão
04. Despiu A Saudade
05. A Case Of You
06. E Tu Gostavas De Mim
07. Havemos De Acordar
08. A Fadista
09. Se Acaso Um Anjo Viesse
10. Fado Alado
11. A Minha Estrela
12. Thank You
13. Como Nunca Mais
14. Com A Cabeça Nas Nuvens
15. O Espelho De Alice
16. Dream Of Fire
17. Quando O Sol Espreitar De Novo

Box

ANA MOURA (BOX)
2011 – Universal Music
Ana Moura tem a sua discografia completa editada numa Box. Uma boa oportunidade de obter os multi-galardoados ´Aconteceu´, ´Guarda-me a Vida na Mão´, ´Para Além da Saudade´, ´Leva-me aos Fados´ e o DVD ´Coliseu´.

CD Leva-me aos fados

cd ANA MOURA
LEVA-ME AOS FADOS
2009 – Universal Music
Este disco conta com as participações e composições dos Gaiteiros de Lisboa, Amélia Muge, José Mário Branco, Mário Raínho, Tozé Brito, Nuno Miguel Guedes e Jorge Fernando. É também a primeira vez que a fadista se aventura na composição com o tema ´Que Dizer de Nós´.

´Leva-me aos Fados´ trouxe a Ana Moura uma extensa digressão internacional que leva a fadista aos quatro cantos do planeta para actuar em algumas das mais prestigiadas salas internacionais. Mantendo paralelamente a digressão em Portugal, foi com este disco que Ana voltou a subir ao palco dos Coliseus para dois concertos especiais em que teve como convidada a Frankfurt Radio Bigband.
01. Leva-me aos fados
02. Como uma nuvem no céu
03. Por minha conta
04. A Penumbra
05. Caso arrumado
06. Talvez depois
07. Rumo ao Sul
08. Fado das águas
09. Fado vestido de fado
10. Crítica da razão pura
11. De quando em vez
12. Fado das mágoas
13. Águas Passadas
14. Que dizer de nós
15. Não é um fado normal

CD COLISEU

2008 – Universal Music

Ana Moura era, já nesta altura, uma das maiores certezas do fado nacional e internacionalmente. Este é o documento da estreia da fadista no palco do Coliseu dos Recreios em Lisboa a 26 de Junho de 2008. Um concerto memorável.
01. Lavava no rio lavava
02. Os meus olhos são dois círios
03. Ó meu amigo João
04. Sou do fado, sou fadista
05. Fado das horas incertas
06. O que foi que aconteceu
07. Venho falar dos meus medos
08. Porque teimas nesta dor
09. Divino fado
10. Meditando / Variações em Lá
11. Creio
12. Boa noite solidão
13. O meu corpo
14. O fado da procura
15. Primeira vez
16. E viemos nascidos do mar
17. Mapa do coração
18. Até ao fim do fim

CD ACONTECEU

ACONTECEU
2004 – Universal Music
Quando em 2003 Ana Moura lançou seu álbum de estreia ´Guarda-me a vida na mão´ mais do que os rasgados elogios que recebeu da crítica portuguesa e internacional, ficou claro que a sua voz se juntava por direito próprio ao grupo das melhores interpretes de fado e que o imediato interesse demonstrado pelos seus espectáculos dados em vários países da Europa lhe assegurava um futuro de sucesso.

´Aconteceu´ tem vários trunfos, a começar pela voz, mais trabalhada e maturada, e a terminar num repertório bem escolhido e conduzido. O CD é duplo e divide-se em dois discos, o primeiro, ´À porta do fado´, preenchido por fado musicado, o segundo, ´Dentro de Casa´, dedicado ao fado tradicional.

01. Por um dia
02. Ao poeta perguntei
03. O que foi que aconteceu
04. Ouvi dizer que me esqueceste
05. Fado de Pessoa
06. Amor de uma noite
07. Eu quero
08. Bailinho à portuguesa
09. Creio
10. Através do teu coração
11. Como o tempo corre
12. Hoje tudo me entristece
13. Passos na rua
14. Mouraria
15. Fado menor
16. Dentro da tempestade
17. Cumplicidade
18. Ó meu amigo João
19. Venho falar dos meus medos
20. Nada que devas saber

CD PARA ALÉM DA SAUDADE

2007 – Universal Music
Neste trabalho, os fados tradicionais convivem com outros em formato canção e é nas letras que a fadista nos reserva algumas (boas) surpresas como no tema “E Viemos Nascidos do Mar” que conta com um poema de Fausto, Amélia Muge que lhe escreveu “O Fado da Procura”, ou na sua escolha de um poema de Fernando Pessoa em “Vaga, no Azul Amplo Solta”, do qual sai o título do disco. Este último tema foi musicado pelo lendário músico espanhol Patxi Andión, cantando-o também, em dueto e em castelhano, com Ana.

Destaque ainda para a participação de Tim Ries, o saxofonista dos Rolling Stones, que compôs a música de “Velho Anjo” e toca saxofone no tema “A Sós Com a Noite”. Jorge Fernando é, mais uma vez, o produtor musical do disco, sendo também o autor/compositor de alguns temas. Ana Moura gravou com Custódio Castelo na guitarra portuguesa (o guitarrista também assina algumas músicas do álbum), Filipe Larsen no viola-baixo e Jorge Fernando na viola.

01. Os búzios
02. E viemos nascidos do mar
03. A voz que conta a nossa história
04. Águas do Sul
05. O fado da procura
06. Rosa cor de rosa
07. Primeira vez
08. Não fui eu
09. Mapa do coração
10. Aguarda-te ao chegar
11. Até ao fim do fim
12. Fado das horas incertas
13. Vaga, no azul amplo solta
14. Velho anjo
15. A sós com a noite

CD GUARDA-ME A VIDA NA MÃO

2003 – Universal Music
Muito bem recebido pelo público e pela crítica o primeiro disco revelava uma carreira promissora. Com produção e arranjos de Jorge Fernando e co-produção de Fernando Nunes, ´Guarda-me a vida nas mãos´ conta com Mário Pacheco na guitarra portuguesa, Jorge Fernando na viola e Filipe Larsen na viola baixo.
01. Guarda-me a vida na mão
02. Desculpa (seria quase voz)
03. Nasci p’ra ser ignorante
04. Sou do fado, sou fadista
05. Vou dar de beber à dor
06. Preso entre o sono e o sonho
07. Não hesitava um segundo
08. Por que teimas nesta dor
09. Meu triste, triste amor
10. Endeixa
11. Quem vai ao fado
12. Flor de lua
13. Guitarra
14. Às vezes
15. Lavava no rio lavava

Ana Moura,Antonio Zambujo ‘Os Buzios’
Coliseu de Lisboa 19/03/2014


Ana Moura *2013 ao vivo em Madrid* Fado Loucura (Sou do Fado)


Ana Moura – E tu gostavas de mim – Live in Berlin
Video Publicado a 12/03/2015
Ana Moura the great fadista from Portugal with band live at Haus der Kulturen der Welt in Berlin Germany on 10th March 2015.

Playing with
Ângelo Freire – portuguese guitar (guitarra portuguesa)
Pedro Soares – classic guitar (guitarra clássica/viola de Fado)
André Moreira – bass (viola baixo)
João Gomes – keyboards (teclados)
Mário Costa – percussion, drums (percussão)

Lista de reprodução com as varias interpretações deste concerto de Ana Moura em Berlin

Ana Moura – Fado alado – Live in Berlin
Video Publicado a 13/03/2015
Ana Moura the great fadista from Portugal with band live at Haus der Kulturen der Welt in Berlin Germany on 10th March 2015.
Ângelo Freire – portuguese guitar (guitarra portuguesa)


Ana Moura e António Zambujo “O barco vai de saída” – Coliseu do Porto

Entrevistas

JÔ SOARES ENTREVISTA ANA MOURA – 24/08/2011

Entrevista Ana Moura

Publicado a 21/04/2011
Entrevista à Fadista Ana Moura em Maio de 2010, no Auditório do Ramo Grande, Ilha Terceira – Açores

| Entrevista e edição por Cristina Reis

ANA MOURA – FADO LOUCURA (ao vivo no CCB)
Centro Cultural de Belém, Lisboa (2007)

Carlos Mateus de Lima

Posted by Ana Moura on Segunda-feira, 28 de Janeiro de 2013

Já soube que nos vêm ver esta noite e que nos vão encher esta linda sala. Dança Moonwalk de gratidão, Liubliana! ❤️...

Posted by Ana Moura on Domingo, 8 de Março de 2015
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