Samuel Úria

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Samuel Úria ao vivo

Samuel Úria (Tondela, 18 de Setembro de 1979) é um músico português, membro do movimento FlorCaveira (que teve a sua origem em 1999), fundado por Tiago Guillul.

Líder dos Samuel Úria & As Velhas Glórias, embora se tenha celebrizado nos últimos anos pelos seus trabalhos a solo. Participa ainda no supergrupo da FlorCaveira “Os Ninivitas” e supõe-se ter integrado, com um alter-ego, o projecto Maria Clementina. Desde 2013, é também um dos rostos e vozes do colectivo XNC, com Tiago Guillul, Alex D’Alva Teixeira, Martim Torres e outros.

O EP Em Bruto e o álbum Nem Lhe Tocava captaram a atenção da imprensa portuguesa, com a crítica a ser consensual na consideração de Samuel Úria como um dos mais importantes escritores de canções da actualidade.

No dia 10 de Junho de 2009, Úria escreveu e gravou, num só dia, um disco inteiro em sua casa. A composição e registo das músicas foi filmada e transmitida em directo pela internet, enquanto os espectadores forneciam sugestões via email. O resultado foi o disco “A Descondecoração de Samuel Úria”, lançado um ano depois.

Surge na longa-metragem O Que Há De Novo No Amor? representando-se a si próprio, dando um concerto onde toca duas canções suas Barbarella e Barba Rala e Não Arrastes o Meu Caixão.

Edita em 2013 o seu 3º LP, intitulado “Grande Medo do Pequeno Mundo”, um disco imediatamente acolhido pela crítica e pelo público. Destacam-se neste disco as participações de cantores como Manel Cruz, Márcia, António Zambujo ou Gonçalo Gonçalves.

Ganhou, em 2014, o prémio para a melhor canção do ano da SPA, como o tema “Lenço Enxuto”.
(In wikipedia em 2015)

Samuel Úria

Samuel Úria – Lenço Enxuto (ao vivo)

Publicado a 24/11/2014
Gravado ao vivo nos estúdios Valentim de Carvalho

Realização: Alexandre Azinheira
Gravação, mistura e masterização: Nelson Carvalho

Samuel Úria: voz, guitarra eléctrica, guitarra acústica, banjo
Jónatas Pires: guitarra eléctrica, voz
Miguel Sousa: piano, voz
Filipe Sousa: baixo, voz
Tiago Ramos: bateria, voz
Tiago Macaia martins: órgão

Letra e música de Samuel Úria

Não Arrastes O Meu Caixão – Samuel Úria (ao vivo)

Publicado a 23/02/2013
“Não Arrastes O Meu Caixão” ao vivo no MTV Brand New

SAMUEL ÚRIA (BalconyTV)

Samuel Úria ao vivo na 3

TURVA – Samuel Uria (2013) Antena 3

Publicado a 11/01/2013
Planeta Música, o programa de referência na televisão portuguesa para todos os amantes de música pop/rock

NÃO ARRASTES O MEU CAIXÃO – Samuel Uria

ESSA VOZ – Samuel Uria na Antena3 – 2013

Discografia (wikipedia 2015)

Discografia Samuel Úria
2003 – O Caminho Ferroviário Estreito
2005 – Samuel Úria & As Velhas Glórias
2008 – Samuel Úria em Bruto
2009 – Nem Lhe Tocava1
2010 – A Descondecoração
2013 – Grande Medo do Pequeno Mundo

Ninivitas
2005 – A Sessão de Água de Madeiros

Colectâneas
2006 – 5 Subsídios para o Panque-Roque do Senhor
2007 – A FlorCaveira em Frequência Modulada
2008 – Novos Talentos Fnac
2008 – A FlorCaveira Apresenta O Advento

Biografia (facebook 2015)

«Samuel Úria é o nome artístico de Samuel Úria. A lenda em torno de si conta que nasceu e cresceu entre uma pequena cidade da Beira Alta e um par de canais públicos de televisão. Talvez devido a essa sobre-exposição televisiva lhe tenham ficado, por estigma, duas distintas marcas julio-isidricas: um considerável nariz e a fanfarronice por ter lançado a carreira musical de um jovem; nome artístico Samuel Úria.
Nómada – praticante mas não afecto – Úria viveu nos últimos anos por Coimbra, Leiria, Figueira da Foz ou Évora, cidades que de bom grado lhe acolheram a inspiração. É, contudo, a eterna Tondela natal que lhe está presente na voz e nas canções: o humor castiço, a loquaz despreocupação, os blues campesinos, o grande espaço dos pequenos sítios.
Na FlorCaveira desde a sua alvorada, o trajecto musical de Úria passa pelos discos e concertos em nome próprio, pelo punk-rock vintage das “Velhas Glórias” e pelas filarmonias de “Os Ninivitas”.
O que cantaria, com justeza, a Ana Faria se a métrica lho permitisse? Já lá vamos.
Pelos salmos de Samuel Úria andam os trovadores vaqueiros e os lendários crime-fighters do cançonetismo português; andam heroínas de ficção científica a passear por cemitérios índios; anda o Dean Martin sóbrio com a lira do Rei David. A amálgama fica harmoniosa. É de consciência tranquila se pode então fazer o revisionismo dos “Queijinhos-frescos”: “O Samuel, o Samuel quer ser cowboy, ou então, ou então super-herói»

Nota de actualização – Úria é, há 4 anos, Lisboeta. Editou, desde 2008, 3 discos – “Em Bruto”, “Nem Lhe Tocava” e “A Descondecoração”. Em 2013 (10 anos após o seu primeiro álbum “Caminho Ferroviário Estreito”) sairá o 2º disco de estúdio “Grande Medo do Pequeno Mundo”.

Fonte: facebook oficial

Festival Bons Sons 2014

«Samuel Úria é o nome artístico de Samuel Úria. A lenda em torno de si conta que nasceu e cresceu entre uma pequena cidade da Beira Alta e um par de canais públicos de televisão. Talvez devido a essa sobre-exposição televisiva lhe tenham ficado, por estigma, duas distintas marcas julio-isidricas: um considerável nariz e a fanfarronice por ter lançado a carreira musical de um jovem; nome artístico Samuel Úria.
Nómada – praticante mas não afecto – Úria viveu nos últimos anos por Coimbra, Leiria, Figueira da Foz ou Évora, cidades que de bom grado lhe acolheram a inspiração. É, contudo, a eterna Tondela natal que lhe está presente na voz e nas canções: o humor castiço, a loquaz despreocupação, os blues campesinos, o grande espaço dos pequenos sítios.
Na FlorCaveira desde a sua alvorada, o trajecto musical de Úria passa pelos discos e concertos em nome próprio, pelo punk-rock vintage das “Velhas Glórias” e pelas filarmonias de “Os Ninivitas”.
O que cantaria, com justeza, a Ana Faria se a métrica lho permitisse? Já lá vamos.
Pelos salmos de Samuel Úria andam os trovadores vaqueiros e os lendários crime-fighters do cançonetismo português; andam heroínas de ficção científica a passear por cemitérios índios; anda o Dean Martin sóbrio com a lira do Rei David. A amálgama fica harmoniosa. É de consciência tranquila se pode então fazer o revisionismo dos “Queijinhos-frescos”: “O Samuel, o Samuel quer ser cowboy, ou então, ou então super-herói»

Nota de actualização – Úria é, há 4 anos, Lisboeta. Editou, desde 2008, 3 discos – “Em Bruto”, “Nem Lhe Tocava” e “A Descondecoração”. Em 2013 (10 anos após o seu primeiro álbum “Caminho Ferroviário Estreito”) sairá o 2º disco de estúdio “Grande Medo do Pequeno Mundo”.

Fonte: facebook oficial

Samuel Úria no Blitz

Samuel Úria
hamava-se O Caminho Ferroviário Estreito e, em 2003, era o primeiro disco da FlorCaveira sem Tiago Cavaco (nome de baptismo de Guillul) num primeiro plano. Reunia 15 canções gravadas pelo baptista Samuel Úria, e passaria a leste das atenções durante cinco anos. Até que em 2008 um público mais vasto o descobriu e se tornou um objecto de culto. Hoje está esgotado, como o EP Em Bruto. Agora, o cantor lança Nem Lhe Tocava, um primeiro disco sério, em parceria com a Valentim de Carvalho, e sexta-feira toca no Terraço no Tivoli, durante o festival Super Bock em Stock.

Nos seis anos que separam os álbuns, muita coisa mudou. A começar pela FlorCaveira, que começou por ser uma editora baptista, e hoje alberga cristãos e ateus. De repente, os seus músicos estão a tocar no Sudoeste, a gravar nos Estúdios da Valentim de Carvalho. E aqueles que durante anos os ignoraram contam-se entre os seus admiradores. A julgar por Nem Lhe Tocava, a música de Samuel Úria também mudou. A baixa fidelidade dos primeiros tempos, pelo menos, parece coisa do passado.

É um disco, por um lado, mais comercial, mas por outro, menos comercial, considera o cantautor. Hoje em dia, se fores um gajo mais ou menos marginal, como eu sou, e não fizeres musica estritamente alternativa, corres o risco de vender menos. Apesar da produção mais comercial, mais suave, pode ser menos vendável, conta. Isso não o impediu de fazer uma coisa mais directa, mais simples e fácil de ouvir. Música popular que, de repente, leva chicotadas mais alternativas.

Só que a produção das canções não foi a única coisa que mudou. Nascido em Tondela, Samuel tem hoje 30 anos e já morou numa mão cheia de cidades. A culpa é, em parte, da sua carreira de professor de Educação Visual. O Caminho Ferroviário Estreito reflectia este nomadismo. Nem Lhe Tocava, por outro lado, já não foi gravado na casa de banho com um microfone ranhoso, é fruto da estabilidade conquistada no último ano, que viu o músico mudar-se para Lisboa, onde dá aulas.

Apesar de só agora ter chegado às lojas, o disco estava para ser editado há anos. No Verão de 2008, por exemplo, Úria garantia ao DN que ia ser lançado até Novembro. Acabou por editar o EP Em Bruto. Deve sair lá para Março do ano que vem, garantia. O desejo voltou a não se materializar. O músico, que se define como um saudosista crónico e um conservador culpa a sua preguiça pelo atraso. Se não estava a fazê-lo, não estava a pensar nele, resume. Mas factores externos, com o interesse da Valentim de Carvalho, que se ofereceu para co-financiar o registo, também levaram a adiar a edição.

Os sucessivos atrasos só ajudaram a aumentar as expectativas em torno da edição. Ciente deste facto, o músico decidiu não ter medo e ir contra as expectativas. Esta atitude vai ao encontro da personalidade do músico, que em tempos escreveu se eu fosse americano, seria republicano numa T-shirt. Sei que essa opinião vai chocar as pessoas. É claro que tem um lado de provocação.

O que também pode surpreender algumas pessoas, tendo em conta que foi preciso esperar tanto tempo pelo novo álbum, são os planos do cantautor para 2010. Devo editar o disco que gravei no 10 de Junho já em Fevereiro, diz, referindo-se ao álbum que compôs e gravou em directo para a Internet há uns meses. Será um CD-R e só será vendido em concertos e no site da FlorCaveira. Para além disso, o seu futuro é uma incógnita. Chegámos a um certo patamar sem saber como lá fomos parar. Não sei o que vai acontecer no futuro, podemos ser surpreendidos e podemos não o ser. Não sei…
(in: Blitz)

Letra e video: Lenço Enxuto

empresta-me os teus olhos uma vez
que os meus não são de gente, apenas rapaz.
é só o tempo de me aperceber
da visão que se turva para ser de mulher.

empresta-me uma chávena de sal
e mostra-me a receita do caldo lacrimal.
é só o tempo de te convencer
que nem precipitado consigo chover.

não é um adágio que nos persegue,
que um homem só não chora porque não consegue.

empresta-me esse efeminado luto;
ser masculino é ter-se o lenço enxuto.
é só o tempo de me maquilhar
de pranto transparente (a cor de mulher).

não nasci pedra, nasci rapaz
que um homem só não chora por não ser capaz.

os homens fazem fogo, com dois paus eles fazem fogo.
por troca ensino-te a queimar.

tu és corrente e eu finjo mar
que um homem, para que chore, não pode chorar.

Facebook Samuel Úria

Videos de Samuel Úria no Youtube

MySpace Samuel Uria

Vachier & Associados, Lda, +351 214 168 300 vachier@vachier.pt

Management: Paulo Salgado – +351 967 018 067 paulosalgado@vachier.pt

Agenciamento: Patrícia Pinto – +351 936 802 002 ticha@vachier.pt

Mais um dia nas obras.

Posted by Samuel Úria on Sexta-feira, 10 de Abril de 2015

"Forasteiro" foi o primeiro single, lançado em Junho, para o disco que há de vir. Fica aqui uma versão acústica da cançã...

Posted by Samuel Úria on Sexta-feira, 28 de Setembro de 2012

Eram 5h30 da tarde e lembrei-me que gostamos muito (não é plural majestático, é genuína afirmação colectiva) de tocar em...

Posted by Samuel Úria on Quarta-feira, 31 de Julho de 2013

A próxima raridade é de 11 de Abril de 2010. Como sei? Porque a encontrei num email com essa data, endereçado ao Nuno...

Posted by Samuel Úria on Quarta-feira, 8 de Janeiro de 2014

Foto de destaque: 2014 © Carlos Manuel Martins / Bons Sons

(Pub)

Blog

(Pub)