letras

Agir Parte-me o Pescoço ao vivo no 5 Para a Meia-Noite

Não olhar, ai não dá, ai não dá Não tentar, ai não dá, ai não dá E ela sabe que não dá, que não dá E ela ela bate no, bate no E ela ela bate no, bate no pescoço Não olhar, ai não dá, ai não dá Não tentar, ai não dá, ai não dá E ela sabe que não dá, que não dá E ela ela bate no, bate no E ela ela bate no, bate no Ela é linda, ela é special Ela passa pelas outras tipo battle Quando ela passa Ela sabe o que faz Fica impossível não olhar pra trás Ela bate no pescoço Ela sabe que é capaz Ela bate no pescoço Impossível não olhar pra trás Ela bate no

Virgul – I Need This Girl – 5 Para a Meia Noite

Quero ser o livro dela Papel para caneta Ser amigo que ela revela História mais secreta Cada beijo sabe sempre A último e primeiro Quando a abraço Abraço o mundo inteiro Ela vem passar a madrugada Sem ninguém a vida não é nada Para o bem e para o mal eu vou estar lá Não hà quem me dê o que ela me dá I need this girl in my life, my life. O que ela me dá é demais, demais. I need this girl in my life, my life, my life, my life

C4 Pedro Tu és a mulher ao vivo no 5 para a Meia-Noite

Tu és a mulher A única mulher Em ti eu encontrei O amor que eu procurei A paixão que eu nunca achei Meu bem por ti eu esperei Porque tu és a mulher, és a perfeita mulher Por isso é que eu te digo que Tu és a mulher És a mulher Tu és a mulher Eu só digo que Tu és a mulher És a mulher Tu és a mulher És a mulher Tu és a mulher (Allrightê!) És a mulher Tu és a mulher

António Zambujo – Foi Deus ao vivo em Coimbra

Não sei, não sabe ninguém Por que canto o fado Neste tom magoado De dor e de pranto E neste tormento Todo o sofrimento Eu sinto que a alma Cá dentro se acalma Nos versos que canto Foi deus Que deu luz aos olhos Perfumou as rosas Deu oiro ao sol E prata ao luar Foi deus Que me pôs no peito Um rosário de penas Que vou desfiando E choro a cantar E pôs as estrelas no céu E fez o espaço sem fim Deu o luto as andorinhas Ai, e deu-me esta voz a mim Se canto Não sei o que canto Misto de ventura Saudade, ternura E talvez amor Mas sei que cantando Sinto o mesmo quando Se tem um desgosto E o pranto no rosto Nos deixa melhor Foi deus Que deu voz ao vento Luz ao firmamento E deu o azul às ondas do mar foi deus Que me pôs no peito Um rosário de penas Que vou desfiando E choro a cantar Fez poeta o rouxinol Pôs no campo o alecrim Deu as flores à primavera Ai!, e deu-me esta voz a mim

Os Maridos das Outras

Os Maridos das Outras" durante o espetáculo do Miguel Araújo no Casino de Espinho. Vídeo publicado por Paulo Bico em 20/10/2013. Os Maridos das Outras - Este é tema emblemático do Miguel Araujo e foi gravado ao vivo durante o Concerto de Miguel Araujo com a sua banda fez a 13 de outubro de 2013 no Casino Solverde de Espinho.

Ana Moura Desfado

Ai que saudade que eu tenho de ter saudade Saudades de ter alguém que aqui está e não existe Sentir-me triste só por me sentir tão bem E alegre sentir-me bem só por eu andar tão triste

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